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EXISTE O TEMPO CRONOLÓGICO e o tempo psicológico, que é subjetivo e está relacionado a cada indivíduo. O tempo psicológico seria nossa percepção do tempo físico e não pode ser mensurado.

O tempo começou a ser medido pelos egípcios e babilônios, que observavam o firmamento para delimitar os meses e as estações. Apesar de hoje termos dispositivos incrivelmente precisos para medir horas, minutos e segundos, o tempo não é igual para todo mundo, já que o cérebro é o verdadeiro responsável por regulá-lo.

O cérebro armazena o que acontece de novo e emocionante enquanto filtra e ignora os fatos considerados comuns. Por isso, temos a sensação de que o tempo anda mais depressa ou mais devagar dependendo do que vivenciamos.

Segundo a revista Redes para la Ciencia (Redes para a ciência), a rotina faz o tempo passar mais rápido, enquanto a quebra dela nos leva a realizar novas conexões neuronais, então sentimos que o tempo transcorre de forma mais lenta.

É por isso que, quando somos crianças, o tempo parece passar mais devagar – tudo é novo e estamos em processo de aprendizagem. À medida que crescemos, passa mais depressa, como se a areia da ampulheta estivesse prestes a acabar.

O tempo físico é o mesmo para todos, mas a forma como o experimentamos depende de nós. Para estender os dias, as horas e os minutos, faça as coisas de um jeito diferente. Procure mudar suas rotinas e seja receptivo à novidade e ao deslumbramento.

A eternidade vive no presente.

(Allan Percy - Einstein para despistados)

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publicado às 20:37


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