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HÁ UMA FORÇA ENERGÉTICA INVISÍVEL OU UM CAMPO DE INFINITAS POSSIBILIDADES
Não há lugar nessa versão atualizada de Deus para um inferno de tormentos ou para um sádico que queira ou possa colocar você lá. Também não há espaço para a ideia de que doenças, deformidades, morte, pobreza ou limitações de qualquer tipo são a vontade de Deus. A vontade de Deus, para aqueles que insistem em usar esse termo, é o desejo permanente do espírito que há em cada um de se tornar tudo o que se é capaz de ser. Amém.
 
Todo mundo está esperando pela eternidade, e os xamãs dizem: ‘Que tal esta noite?
(Alberto Villoldo, ph.D., escritor nascido em Cuba e professor de medicina energética)
 
A premissa 
Essa experiência vai provar a você de uma vez por todas que há uma força no universo, amorosa, abundante e totalmente moderna e fashion. Algumas pessoas a chamam de Deus. Você pode chamá-la de prana, de “tudo o que há” ou até de “Cosmo Kramer”, não me interessa.
O problema, até agora, é que tínhamos que ter fé nessa força. Não nos era permitido vê-la ou tocá-la, mas, com toda a certeza, nos pediram para fazer um monte de coisas em nome dela, como nos confessar, pagar o dízimo, meditar e colocar cinzas nas nossas cabeças. Prefiro a ideia de uma força energética que se movimenta numa estrada de mão dupla. Isso lhe diz alguma coisa?
Nessa experiência, vamos fazer o Campo de Potencialidades saber que... é agora ou nunca, querido. Estamos cansados de acreditar em algo que adora ficar brincando de esconde-esconde. Nós queremos provas irrefutáveis. E queremos agora. Você conhece aquela expressão muito usada na troca de e-mails no trabalho: “Providenciarei isso o mais rápido possível.” Bem, é assim que estamos nos sentindo neste momento. Daremos ao Campo de Potencialidades exatas 48 horas para nos enviar um sinal, um sinal bem claro, um sinal que não possa passar despercebido. Luz néon ajudaria, e muito. Por comprarmos a ideia de que essa força é vaga e misteriosa, nós, na verdade, não esperamos encontrá-la. Ou, pelo menos, não ficamos surpresos por não encontrá-la. Porque não fomos treinados para percebê-la, não temos consciência dessa força inspiradora, energizante e transformadora que está circulando à nossa volta e através de nós.
 
Eu... esperar?
Se o remédio que você está usando não dá resultados, para que serve então?
(Sun Bear, líder espiritual dos nativos Chippewa)

Aqueles que preferem esperar por portões dourados..., tudo bem, podem continuar esperando. Mas isso é, mais ou menos, como uma pessoa nos dias de hoje se recusar a usar eletricidade. Tudo o que se tem que fazer para ter acesso à eletricidade é achar uma tomada e ligar um aparelho eletrônico nela e voilà! Acontecem um monte de coisas legais — comemos torradas de manhã, ouvimos música no rádio, vemos filmes, notícias e os seres humanos do outro lado do planeta que vivem de uma maneira completamente diferente da nossa.
O problema é que não conseguimos nos habituar a pensar nessa força energética da mesma maneira que pensamos na eletricidade. Nós não nos perguntamos: Sou bom o bastante para ligar a minha torradeira na tomada? Ou então: Rezei o bastante para ter o direito de acender as luzes da cozinha?
Não nos sentimos culpados por querer ligar o rádio e ouvir a nossa estação preferida. E o Campo de Potencialidades é igualmente tão sem preconceitos e tão à nossa disposição quanto a eletricidade, quando tomamos a decisão de procurá-lo de verdade. E não é muito difícil de achá-lo.

Histórias de experiências pessoais
Deus não é o bunda-mole que muitas pessoas querem fazer você acreditar que ele é.
(Alex Frankovitch, personagem do livro Skinny Bones, de Barbara Park)
 
Nessa parte, vamos falar de um assunto que muitas vezes faz as pessoas se retirarem da sala. É isso mesmo, estou falando de Deus.
A menos que você seja de outro planeta e tenha acabado de chegar por essas bandas, provavelmente já notou que as pessoas falam à beça desse camarada chamado Deus. Dedicamos um dia por semana para adorá-lo. Construímos templos de todos os tamanhos e formas para honrá-lo. Escrevemos livros, artigos e depoimentos sobre religião para jornais e revistas.
Todas as culturas que existem ou já existiram tem uma versão do “cara que está em toda parte” (para usar uma expressão do filme cult O grande Lebowski). Mesmo os físicos cuja única linha de trabalho é estudar as propriedades e interações da matéria sabem sobre essa força invisível. A maioria deles não a chama de Deus. Albert Einstein, por exemplo, dizia não acreditar na existência do Deus tradicional, mas ele, com toda a certeza, sabia que havia algo muito mais essencial lá fora no universo. Essa essência, ele dizia, era tudo com o que realmente se importava. O resto, afirmava, eram apenas detalhes.
O Deus no qual a maioria de nós acredita é uma invenção do homem, fabricado em prol de certos interesses. Aceitamos esse Deus feito pelo homem como um fato inquestionável. Mas isso não faz sentido algum. Se Deus é amor, se Deus é perfeito, se Deus é realmente todas as coisas boas que atribuímos a ele, por que mandaria alguém para a caverna dos leões? Além disso, por que alguém, no seu juízo perfeito, iria se relacionar com um deus caprichoso e injusto, que se diverte em puni-lo? Mesmo a mais maluca das mulheres sabe que não deve sair com um cara que pode machucá-la. Quero dizer, quem é que precisa de um Deus assim?

Deus, esse terrorista
Eu não sei se Deus existe, mas certamente seria melhor para a reputação dele se não existisse.
 (Jules Renard, escritor francês)

Assim que aprendi a ler e escrever me ensinaram que eu, a pequena Pammy Sue Grout, era uma pecadora infeliz e tinha perdido a glória de Deus. Isso era um fato, estava dado, da mesma forma que dois mais dois é igual a quatro e que o alfabeto tem 26 letras. A única parte redentora dessa lição tão importante era que, pelo menos, eu não estava sozinha. Isso significava que todo ser humano era pecador também. Até mesmo a minha professora carinhosa do jardim de infância, que me deixava levar a minha tartaruga de estimação para a sala de aula toda segunda-feira.
A coisa ruim em ser uma pecadora é que isso lhe garante uma passagem só de ida para o inferno. Era um pouco difícil para mim entender essa coisa de inferno, logo eu, que o mais longe que tinha ido era até uma outra cidade, na divisa do estado. Mas, segundo o meu pai, o inferno não era um lugar para onde você queria ir. Era mais quente que a casa dos meus tios no verão, com o ar-condicionado quebrado. E, diferente de uma visita aos seus tios que termina depois de quatro dias, no inferno você vai ficar por toda a eternidade. Para que eu entendesse o que era a eternidade, ele me dizia: “Você se lembra de como se sentiu no dia 26 de dezembro, quando se deu conta de que faltava um ano inteiro para o próximo Natal?”
A cláusula de rescisão é que você pode “ser salvo”.
Então, quando eu tinha quatro anos, enquanto o organista tocava uma música inspiradora, caminhei até o altar da pequena igreja metodista da cidade onde morava, e caí de joelhos — os meus joelhos ossudos de quando eu tinha quatro anos —, pedindo ao bom Deus que perdoasse os meus pecados. A minha família inteira, que vinha de uma longa tradição metodista, suspirou aliviada. Papai e mamãe chamaram todas as minhas tias e tios naquela noite para lhe dar as boas-novas.
— A nossa filha mais velha foi oficialmente salva hoje — disseram eles com orgulho. — Estamos seguros de que pelo menos Pam vai para o céu.
A melhor parte de tudo, eles imaginavam, era que a minha conversão seria inevitavelmente um bom exemplo para a minha irmã Becki, que tinha dois anos, e para o meu irmão, Bobby, que tinha apenas três meses, embora eu secretamente desejasse que os meus pais o dessem para uma outra pessoa antes que ele tivesse idade suficiente para falar.
Claro, você não quer desperdiçar nenhuma oportunidade, certo? Quero dizer, Jesus pode voltar a qualquer momento — de dia ou no meio da noite. Ele é como um ladrão. Pode entrar na sua casa de manhã, enquanto você está comendo o seu cereal matinal. Pode chegar no meio do recreio, enquanto você está pendurado de cabeça para baixo no trepa-trepa. Pode chegar até mesmo às duas da manhã, enquanto você dorme, o que pode ser um problema sério se você tiver o sono muito pesado. Jesus pode te levar embora, antes que você tenha conseguido acordar de verdade.
E tem aquela outra possibilidade sobre a qual você não quer nem pensar a respeito. Quero dizer, a casa dos meus tios era mesmo bem quente.
Ao mesmo tempo que eu estava aprendendo a aceitar a minha verdadeira identidade de pecadora, as pessoas me diziam o tempo todo que Deus era amor. E não importava muito se as igrejas o apresentavam como uma espécie de câmera escondida, que via tudo o que eu estava fazendo.
Isso não fazia sentido nenhum. Mas eu tinha apenas quatro anos. O que é que eu sabia da vida?
Muito embora estivesse bem perto de ser uma criança perfeita (tirava A em tudo, tentava não brigar com os meus irmãos, ficava longe do álcool e das drogas e até fazia a minha cama de manhã, sem que precisassem mandar), eu me sentia sempre criticada por esse “Deus amoroso”, que estava sentado lá no céu e esfregava as mãos de satisfação toda vez que eu fazia alguma coisa errada. O que só Deus sabe (ops!, lá vou eu de novo, usando o nome dele em vão!) que acontecia praticamente o tempo todo. Uma verdadeira tradição em enganar criancinhas inocentes.

Deus é misterioso como um astro do rock de óculos escuros, e outros mitos irritantes 
As nossas ideias sobre Deus falam mais sobre nós mesmos do que sobre Ele. 
(Thomas Merton, místico cristão)

Pergunte a um indivíduo qualquer se ele acredita em Deus e ele provavelmente responderá: “Claro!” No entanto, é pouco provável que esse mesmo indivíduo se pergunte o que exatamente ele entende por Deus. Quando pressionado, vai usar algum dos velhos clichês sobre o “cara lá em cima”
Tentar definir Deus obviamente é impossível. Deus não é estático, da mesma forma que a luz e a eletricidade não são estáticas. Deus existe além do mundo físico da matéria, dos corpos e das formas. Ele preenche o cosmo, satura a realidade e supera o tempo e o espaço. Mas isso não nos impede de tentar elaborar algumas definições. Aqui estão as oito bobagens mais faladas sobre Deus:
Bobagem nº 1: Deus é ele. Mesmo que algumas igrejas progressistas se referiram a Deus como ela, no Campo de Potencialidades não existe sexo. Certamente nós não pensamos numa diferenciação de gênero quando nos referimos à eletricidade e ao átomo, por exemplo; é apenas uma questão linguística, que não personifica nenhum desses elementos. Quando nos referimos à energia, temos que pensar numa força absolutamente neutra. O Campo de Potencialidades é um campo de força que rege o universo, a mesma fonte de energia que faz as flores crescerem, que forma cicatrizes nos joelhos esfolados e que constantemente impulsiona o todo.
Deus é uma força como em Guerra nas estrelas, uma presença que está dentro de nós, um princípio que nos dá vida. É por isso que Luke Skywalker e Darth Vader se tornaram um sucesso absoluto no mundo inteiro. O filme Guerra nas estrelas expõe uma crença que fala conosco num nível muito profundo. Uma parte de nós sabe que “a força” está conosco e que nós, pelas nossas palavras, pensamentos e ações, criamos o mundo.
Bobagem nº 2: Deus é misterioso como um astro do rock de óculos escuros, faz uma lista dos seus pecados, e está basicamente muito ocupado com a fome no mundo para se importar com você. Deus, se você acredita nessa bobagem comumente aceita, é mais ou menos como o personagem do vizinho misterioso, sempre olhando sorrateiramente pela janela, esperando para nos pegar fazendo alguma coisa muito, mas muito feia mesmo, em O sol é para todos. Nós não podemos vê-lo, mas nos disseram que ele está ali. Observando. Julgando. Monitorando todos os nossos movimentos. Se você não seguir os mandamentos ou se quebrar as regras, Deus vai enviar um anjo do Serviço Secreto Dele atrás de você e aí, você vai ver só.
Bobagem nº 3: Deus escolhe os favoritos dele. O Campo de Potencialidades é um campo de força que está igualmente disponível para todos nós. É uma capacidade natural em todos nós, não é um dom exclusivo, concedido a uns poucos. Na verdade, essa é uma das primeiras lições que Jesus nos ensinou. Deus está dentro de nós. Você é parte de Deus. Você pode fazer milagres.
Cultuar Jesus do jeito que fazemos é um pouco como cultuar Benjamin Franklin porque ele descobriu a eletricidade. Benjamin Franklin soltou uma pipa durante uma tempestade e demonstrou que os raios eram uma descarga elétrica. Ele fez isso para que pudéssemos utilizar a eletricidade e não para que erguêssemos templos, pintássemos retratos dele, ou usássemos medalhinhas no pescoço. Ele queria que nós conhecêssemos o princípio da eletricidade e o usássemos — e nós fazemos isso quando ligamos rádios, computadores e aparelhos de ar-condicionado. Se tivéssemos feito com a descoberta de Benjamin Franklin o que fizemos com a descoberta de Jesus, todos nós estaríamos sentados no escuro.
Benjamin Franklin não inventou a eletricidade, assim como Jesus não inventou os princípios espirituais. A luz e a eletricidade estavam disponíveis desde sempre. Nós apenas não nos dávamos conta disso ou não sabíamos como acessá-la. Galileu não inventou a força da gravidade quando lançou uma bola de madeira do alto da Torre de Pisa. Ele apenas demonstrou a existência dessa força.
Da mesma forma, Jesus demonstrou a existência dos princípios espirituais que ele quer que usemos e desenvolvamos. Desperdiçamos dois mil anos cultuando a imagem dele em vez de colocar em prática os princípios que ele nos ensinou. Procurando na Bíblia, não encontraremos nenhuma passagem onde Jesus tenha dito que devemos cultuá-lo. Ele nos pede para segui-lo. Há uma diferença enorme.
Transformando Jesus numa espécie de herói, perdemos o ponto principal. Jesus não disse: “Eu sou legal. Façam estátuas minha, e do meu aniversário uma imensa festa comercial.” Ele dizia na verdade: “Vejam o que é possível ser feito. Vejam do que nós seres humanos somos capazes.”
Jesus é nosso irmão, o nosso legado, o cara que tínhamos que imitar.
O que Jesus estava tentando dizer é que igrejas, líderes religiosos e toda a retórica estridente deles escondem a verdade de Deus. Eles cobriram os nossos olhos ao deixarem de falar que o Campo de Potencialidades não é objeto de culto, mas uma presença bem real e um princípio pelo qual nós devemos viver.
Bobagem nº 4: Deus recompensa o nosso sofrimento e nós dá pontos extra pelo nosso sacrifício (conhecida também como a “vida é uma droga e aí... você morre”).
Muitos de nós acham que a vida é um campo de treinamento para o céu. Acreditamos que esse nosso curto tempo de vida é “apenas um teste” para o paraíso que vamos eventualmente ganhar. Se aguentarmos firme e suportarmos tudo, um dia entraremos por aqueles portões dourados e seremos felizes. Esses pensamentos errados foram cristalizados nos fatos da vida. Nada é mais certo do que a inevitabilidade de tristezas e provações.
Mas e se nada disso fosse realmente necessário? E se não houvesse nenhuma razão para sermos pobres? Ou ficarmos doentes? Ou qualquer outra coisa que não fosse parte de uma vida abundante e cheia de alegria e entusiasmo? E se essas vidas trágicas e difíceis fossem apenas mais um boato criado pelas igrejas e inculcado na nossa consciência em anos e anos de condicionamento? O que eu estou sugerindo é que esse céu pelo qual estamos esperando está disponível agora. E que você já perdeu muito tempo sem saber exatamente quem é e o que é possível.
Bobagem nº 5: Deus é extremamente exigente. O Campo de Potencialidades não julga. Não pune. Não pensa assim: Muito bem, João, você foi realmente um bom menino ontem, ajudando aquela velhinha a atravessar a rua. Acho que vou atender as suas preces e fazer você ganhar na loteria. Esse é o tipo de pensamento que um juiz da suprema corte teria. O Campo de Potencialidades não precisa de nada. E não nos pede nada. Não faz nenhuma exigência. Ele não gosta mais de Madre Teresa de Calcutá do que de qualquer um de nós. Apenas seres humanos mal-informados, lutando desesperadamente para que as suas vidas façam sentido, acreditam num Deus que gosta de escolher o rumo de nossas vidas, que gosta e desgosta das mesmas pessoas que nós. O nosso medo nos aprisionou e nos dá uma percepção muito limitada de tudo.
Bobagem nº 6: Você não deve pedir muita coisa a Deus, para não irritá-lo. Como eu já disse antes, O Campo de Potencialidades não é uma pessoa, por isso você não pode deixá-lo irritado. O Campo de Potencialidades é um poder, uma força energética invisível. Não é finito nem limitado, por isso você certamente não pode pedir demais dele. É como diz um velho ditado: você pode pegar água do oceano com um conta-gotas ou com um balde; o oceano não dá a mínima. Até porque não usamos o poder do Campo de Potencialidades o bastante. Estamos falando de uma força poderosíssima, não uma equipe de resgate que vem ajudá-lo, por exemplo, a pagar as prestações da sua casa própria. O Campo de Potencialidades não é um adversário que tem que ser enfrentado numa mesa de negociação.
Bobagem nº 7: Deus é muito vago. Ao contrário. Uma vez que você se livre das nuvens escuras dos boatos e meias-verdades que encobrem a sua consciência, vai descobrir que essa força invisível se comunica com tanta clareza quanto o seu apresentador de TV favorito. Uma vez que você se livre dos bloqueios, vai saber exatamente o que fazer e como fazer.
De novo, precisamos nos condicionar a pensar em Deus da mesma maneira como pensamos na eletricidade. A eletricidade não liga para quem é que está ligando o aparelho na tomada. A eletricidade não nos pede uma prova de que somos bons o bastante para fazer torradas de manhã.
Bobagem nº 8: Deus só responde às nossas perguntas quando está de boa vontade e bem-disposto. Não há um momento sequer em que Deus ou “a força” não esteja guiando você. E você não tem que esperar pelo sinal verde ou tirar a carta “saída livre da prisão”. O “Cara” está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, e tudo o que você tem que fazer é focar a sua atenção nele. A orientação do Campo de Potencialidades simplesmente acontece (como as pessoas dizem sobre... bem, sobre outra coisa) — através de uma música que toca no rádio, do telefonema de um amigo que você não vê há muito tempo etc. O truque é observar, confiar e, vou continuar repetindo à exaustão, focar a sua atenção.
E já que estamos falando da vontade de Deus, vamos esclarecer as coisas aqui. Não há lugar nessa versão atualizada de Deus para um inferno de tormentos ou para um sádico que queira ou possa colocar você lá. Também não há espaço para a ideia de que doenças, deformidades, morte, pobreza ou limitações de qualquer tipo são a vontade de Deus. A vontade de Deus, para aqueles que insistem em usar esse termo, é o desejo permanente do espírito que há em cada um de se tornar tudo o que se é capaz de ser. Amém.

(Pam Grout -  A Energia do Quadrado)
Os antigos hebreus atribuíam tudo o que acontecia, seja no céu ou na terra, à um único deus. A evolução de uma poderosa força maligna que era oposta ao Deus Bom, apenas começou duzentos anos antes do nascimentode Jesus Cristo.

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publicado às 23:39



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