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O OLHO DE DEUS

por Thynus, em 21.11.14
A diferença entre passado, presente e futuro
é apenas uma ilusão obstinadamente
persistente.

ALBERT EINSTEIN
 
O que é a verdade? Quando se refere ao passado, é uma pergunta difícil de responder. Winston Churchill disse uma vez que «a história é escrita pelos vencedores». Caso ele tenha razão, quais são então os documentos históricos em que podemos confiar? O que foi assente data de há uns seis mil anos e segue apenas o rasto de alguns breves passos da humanidade neste planeta. E até mesmo esse registo está cheio de lacunas, transformando a história numa tapeçaria esfarrapada e esburacada pelas traças. O mais notável de tudo é que muitos dos grandes mistérios da história desapareceram por esses buracos abaixo e estão à espera de ser redescobertos — incluindo acontecimentos que marcam mudanças essenciais na história, momentos únicos que modificam as civilizações.
Um desses momentos ocorreu no ano 452 da era cristã, quando as hostes devastadoras de Átila, o Huno, invadiram o Norte da Itália, destruindo tudo à sua passagem. Roma encontrava-se praticamente indefesa perante o assalto bárbaro e temia-se que não resistisse. O papa Leão I saiu de Roma a cavalo e encontrou-se com Átila nas margens do lago Garda. Falaram em privado, em segredo, e não existe registo escrito do que se passou. Após o encontro, Átila virou as costas a uma vitória certa e ao saque de Roma pelos seus soldados, e abandonou prontamente a Itália.
Porquê? Que levou Átila a desistir? A História não oferece nenhuma resposta.
Vire esta página para descobrir como estivemos perto da destruição, um momento perdido no tempo em que a civilização ocidental esteve a ponto de ser mortalmente ferida pela ponta de uma espada — uma lâmina conhecida como Espada de Deus.
 
O que é a realidade? Trata-se simultaneamente da pergunta mais simples e mais difícil, e ao longo dos séculos tem desconcertado filósofos e físicos. Em A República, Platão descreveu o mundo real como nada mais que uma sombra vacilante projetada na parede de uma caverna. Milhares de anos mais tarde, e por estranho que pareça, os cientistas chegaram à mesma conclusão.
A própria página em que isto está escrito (ou o e-reader na sua mão) é feita sobretudo de nada. Olhe mais profundamente para o que parece sólido e descobrirá uma realidade feita de átomos. Separe-os e encontrará um minúsculo núcleo duro de protões e neutrões, rodeado por invólucros vazios com uns quantos eletrões em órbita. Mas até mesmo essas partículas fundamentais podem ser divididas: em quarks, neutrinos, bosões, etc. Aventuremo-nos a maior profundidade e penetraremos num estranho mundo ocupado apenas por vibrantes cordas de energia, as quais talvez sejam a verdadeira fonte do fogo que projeta as sombras de Platão. 
A mesma singularidade ocorre quando se olha para fora, para o céu noturno, uma imensidão que ultrapassa o entendimento, um vazio sem limites pontilhado por milhares de milhões de galáxias. E essa vastidão pode ser apenas um universo entre muitos que se expandem infinitamente. E então o nosso próprio universo? A mais recente teoria é que tudo o que experimentamos — da mais pequena corda de energia a vibrar à maior galáxia a girar em volta de um turbilhão de buracos negros que dilaceram a realidade — talvez não seja mais do que um holograma, uma ilusão tridimensional na qual, de facto, talvez estejamos todos a viver numa simulação artificial.
Poderá isso ser possível? Podia Platão ter tido razão: não vemos a realidade à nossa volta e tudo o que sabemos nada mais é do que a sombra vacilante projetada na parede de uma caverna?
Vire esta página (caso seja realmente uma página) e dê conta da assustadora verdade.
 
A visão apocalíptica de um futuro anunciado por um passado distante. Numa área remota da Mongólia, cai um satélite de pesquisa, desencadeando uma busca frenética por sua valiosa carga: o projeto de um físico que estuda a energia negra - e uma imagem chocante de destruição da Costa Leste dos EUA.
Ao Vaticano, chega uma encomenda contendo dois estranhos objetos: uma caveira com gravações em aramaico antigo e um livro encadernado em pele humana. Os testes de DNA revelam que pertenceram ao mesmo corpo: o rei mongol Gengis Khan.
O comandante Gray Pierce e a Força Sigma preparam-se para descobrir uma verdade ligada à decadência do Império Romano e a um mistério que remonta ao início da Cristandade, assim como a uma arma escondida há séculos e que encerra o futuro da humanidade.
 
(James Rollins - O Olho de Deus)

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publicado às 13:53



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