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E preciso quebrar o mito de que existe ressonância entre pais e filhos por causa do sangue, da hereditariedade. A criança apega-se a quem for sua fonte de energia. Não existe amor materno e paterno, "laços de sangue", e sim apego a fontes de energia e endorfinas. O resto é mitologia familiar.

(Carlos Vieira - Manual de sobrevivência do ser humano)

 

Às vezes chamado de "hormônio do aconchego", a ocitocina é liberada em resposta a uma variedade de estímulos ambientais, incluindo a pele-a-pele e estimulação cervical experientes durante o sexo. Em níveis normais ocitocina estimula um desejo leve a ser beijada e abraçada por seu amante. Mas sendo tocada (em qualquer parte do corpo) leva a um aumento nos níveis de ocitocina. Isso provoca uma cascata de reações dentro do corpo, incluindo a liberação de endorfinas e testosterona, o que resulta na excitação biológicas e psicológicas. Os nervos em zonas erógenas, tais como os lóbulos das orelhas, pescoço e genitais tornam-se sensibilizados pelos efeitos da ocitocina. Ela promove uma ligação de proximidade, intimidade e desejo que aumenta a receptividade sexual e o desejo de ser tocado provoca ainda mais a ocitocina para ser liberada e assim desejo e excitação são aumentados ainda mais. Simplificando, a ocitocina adora as preliminares. 

(OCITOCINA - A verdadeira droga do amor)


Êxtase, do grego, significa "sair de si". O estado de êxtase é um estado especial de consciência. Êxtase místico é a sublimação do êxtase erótico. Sublimar significa dirigir a carga libidinal para um objecto espiritual . O estado de êxtase místico é o mesmo estado fisiológico do orgasmo, mas sublimado. Algumas condições patológicas também podem desencadear o êxtase místico. O amamentamento, o acto sexual e o parto são processos regulados pelo mesmo coquetel de hormônios e se vividos de forma consciente e em condições ideais, constituem uma experiência extática de profunda transformação. Hoje em dia tornou-se fácil analisar as múltiplas funções dos estados de êxtase. Uma função óbvia é a de ampliar o amor em certos períodos críticos. O “cocktail orgasmogénico" de base produzido pelo nosso corpo sempre inclui hormônios como a ocitocina e as endorfinas , e pode ser considerado um verdadeiro e próprio "coquetel de hormónios do amor ": amor pelo recém-nascido no período perinatal, amor pelo bebê durante a amamentação, amor pelo parceiro durante a relação sexual .

(Êxtase místico, sublimação do êxtase erótico?)

 

O riso e o choro instruem o cérebro a liberar endorfinas para a corrente sangüínea. Endorfina é uma substância cuja composição química é similar à da morfina e da heroína e tem um efeito tranqüilizante sobre o corpo, favorecendo ao mesmo tempo o sistema imunológico. Isso explica por que as pessoas felizes raramente ficam doentes e por que as pessoas infelizes, que vivem se queixando, parecem adoecer com mais freqüência... 

(Bárbara & Allan Pease, in “Por que os homens mentem E as Mulheres choram?”)

A principal substância química que provoca os sintomas da paixão é a feniletilamina, da família das anfetaminas, encontrada no chocolate. É a maior responsável pelo coração disparado, pela mão suada, pelas pupilas dilatadas e pelas "borboletas" no estômago. A adrenalina também é liberada, acelerando ainda mais o coração, deixando a pessoa alerta e com uma sensação de bem-estar. E há ainda as endorfinas, que melhoram o sistema imunológico e curam a gripe. Quando duas pessoas se beijam, seus cérebros fazem uma rápida análise da saliva um do outro e decidem sobre a compatibilidade genética. O cérebro feminino faz ainda um exame químico do sistema imunológico masculino.
Todas essas reações positivas explicam uma coisa: As pessoas apaixonadas são mais saudáveis e resistentes às doenças. O amor faz bem à saúde." 

(Allam e Barbara Pease in “POR QUE Os Homens Fazem Sexo E as Mulheres Fazem Amor?”)

 
 
UMA ATITUDE OTIMISTA PODE SER tão eficaz quanto os remédios para superar a tristeza ou a depressão leve. Quando estamos alegres, o corpo libera endorfinas, uma droga natural produzida pelo organismo e que cria um estado de bem-estar com efeitos tranquilizantes e analgésicos.
O que são as endorfinas?
Endorfinas são hormônios produzidos por nosso organismo, com efeitos similares aos opioides. É um tipo de morfina que nós mesmos criamos para nos sentirmos bem.
São conhecidas como hormônios da felicidade, porque provocam sensações de prazer, anulando o mal-estar e diminuindo a dor.
Produzidas na hipófise, fazem com que os sinais de dor sejam inibidos e não cheguem ao cérebro. Ficam concentradas no corpo caloso (estrutura que conecta os hemisférios direito e esquerdo do cérebro), onde é produzida a maior parte das emoções intensas, como medo, ira, amor e depressão, e no tálamo médio, que transmite ao cérebro os impulsos de dor que são gerados no corpo. Esses neuropeptídeos (pequenas cadeias de proteínas) são liberados através da medula espinhal e correm pela corrente sanguínea.
Por serem produzidos por nosso próprio organismo, esses opioides naturais não produzem nenhum efeito colateral. Ou seja: o melhor remédio contra o desânimo está dentro de nós!
Para se ter uma ideia de seu poder, as endorfinas são cem vezes mais potentes do que a morfina.
 Existem 20 tipos diferentes de endorfinas distribuídas por todo o nosso corpo. Possuem, porém, um inimigo natural: as enzimas que também são produzidas pelo nosso organismo.

Efeitos
As endorfinas têm o mesmo efeito que um analgésico potente ou um sedativo, inibindo a percepção da dor. Além disso, produzem sensações agradáveis, gerando emoções como prazer e alegria.
Quando a concentração de endorfinas no sangue é muito elevada, a realidade é percebida de modo positivo. Por outro lado, quando a concentração é baixa, essa mesma realidade nos parece triste e até mesmo deprimente.
Mas não funciona do mesmo jeito para todo mundo. Algumas pessoas necessitam de uma concentração maior para alcançar esse estado de prazer, enquanto outras conseguem perceber seus efeitos com uma quantidade menor desses hormônios no sangue.
De qualquer modo, as endorfinas são uma droga natural eficiente para todos nós. E não têm contraindicação!

Como atuam?
Seu efeito é imediato. Assim que temos uma sensação de prazer, nosso organismo começa a liberar endorfinas. Elas se ligam a terminações nervosas do nosso corpo, bloqueando, ao mesmo tempo, a resposta de dor.
As endorfinas nos proporcionam um estado de “flutuação” ou prazer que faz aumentar o tempo de resposta do organismo a um estímulo de dor. Assim, em estado de grande bem-estar, nosso corpo demora mais para detectar uma fonte de perigo.
Por exemplo, se temos uma panela com água no fogo, levamos mais tempo para perceber que está fervendo se as endorfinas estão atuando.
Esse é um dos poucos perigos da felicidade!

Funções essenciais das endorfinas
— Promovem a calma.
— Geram bem-estar.
— Melhoram o humor.
— Reduzem a percepção da dor.
— Retardam o processo de envelhecimento.
— Fortalecem o sistema imunológico.
— Reduzem a pressão sanguínea.
— Equilibram os níveis de adrenalina (associados à ansiedade).
— Favorecem a recuperação da fadiga.
— Bloqueiam lesões dos vasos sanguíneos.
— Possuem efeitos antioxidantes.

Como favorecer a produção natural de endorfinas?
 Produzimos endorfinas quando realizamos alguma atividade que faz com que nos sintamos bem ou quando fazemos algo de que gostamos. Quando nos lembramos de momentos agradáveis, nosso corpo libera tantas endorfinas quanto na ocasião em que o fato aconteceu.
Este é o seu fascinante poder: as endorfinas são um circuito que retroalimenta a felicidade.
Toda vez que fazemos algo positivo, geramos uma maior presença de endorfinas em nosso sistema circulatório. As pessoas são diferentes, portanto, cada uma obtém prazer por meio de sua atividade favorita: seja ler um livro, ver um filme, ouvir música, etc.
Em geral, no entanto, os níveis de endorfina de todos nós aumentam quando passeamos pela praia, pegamos sol, recebemos uma massagem relaxante ou tomamos um bom banho. Ou seja, quando realizamos qualquer atividade de que gostamos. Mas também aumentam significativamente quando fazemos sexo (pois nos leva a um estado de felicidade derivado da descarga hormonal em nosso organismo), quando comemos chocolate (foi comprovado que o consumo deste alimento aumenta o número de endorfinas liberadas), quando ingerimos cafeína (algum tempo depois de tomarmos um café, o nível de endorfinas no sangue é mais alto) e, em relação às mulheres, quando elas amamentam (o leite materno contém alta quantidade de endorfinas, que são transmitidas ao bebê para que ele fique tranquilo e feliz).
Outro modo de estimular a produção de endorfinas é praticar exercícios físicos. Quanto mais nos exercitamos, mais endorfinas são liberadas. Andar de bicicleta, correr, caminhar ou fazer qualquer exercício aeróbico inunda nossa corrente sanguínea com essa substância sedante.
Em resumo, existem dois tipos de atividade que aumentam a produção de endorfinas:
1. As prazerosas (incluindo simplesmente pensar ou lembrar).
2. Os exercícios físicos.

(Allan Percy - As vantagens de ser otimista)
Assim como um motor precisa de combustível certo para funcionar, o corpo humano também necessita dele: alimentos originais, integrais.

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publicado às 04:37



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