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A Fé morreu, quando todos deixaram de acreditar
 
Essa fé (a de hoje) é uma fé tola, cega, fútil. Ela merece os insultos ateístas a que se propõe. Ela é uma filha da medievidade pagã, ignóbil, fruto da fornicação de sua mãe com todas as práticas mitológicas a que foi penetrada, por puro prazer próprio.
Com essas mitologias sua mãe se deliciou em seu leito erótico, permitindo-se ser possuída de todas as formas, de todos os jeitos, e muito ria e muito se comprazia enquanto gerava essa fé de hoje.
Essa fé vendida aos templos evangélicos, protestantes, pentecostais, neo pentecostais, católicos. Uma luxúria desmedida. Ninguém percebe e se embriaga de sangue todo o dia, o tempo todo.
Dá-se o lixo, comem e se fartam. Dá-se o verme, deleitam-se e se baqueteiam. Pregam vaidades, profetizam mentiras; palavras vãs, fictícias; palavras persuasivas, aquelas desprezadas pelos apóstolos da bíblia. Eles não as usavam. Gabavam-se disso.
Mas hoje? Quem quer a palavra não persuasiva? Quem quer o pão que não perece? Os cultos são desfiles de vaidade; suas apresentações são corridas em busca de glórias e aplausos; seus hinos são de deleites sexuais. De Cristo fazem até símbolo para suas orgias pérfidas.
A lã e o couro são arrancadas e a ovelha, que parece até ser uma jumenta, tem que ser mantida para que volte a dar lã, para que engrosse couro outra vez. Assim mantém essa "fé", a falsa fé, seus frenéticos discípulos que correm atrás do vento. Se lambuzam com seus próprios vômitos. Não parecem ovelhas, mas cães.
Pleiteiam por louros, por coroas, por conquistas, e vendem a mesma ideia aos que os seguem, embora a esses não sobrando nada além do pó da poeira dos que lhes conduzem rumo ao inferno.
Quem atentará para a salvação? Quem estará imune dessa falsa fé vendida à promoção em todos os balcões evangélicos, gospeis, protestantes de hoje?
Que reforma foi feita? Uma construção da desconstrução? Um retorno abismo?
Por que pessoas assistem cultos vendidos, mensagem políticas, propósitos materialistas e mantém suas convenções intocáveis acreditando que elas lhes salvarão? De quê lhes salvarão? Do tormento que inventam em contrapartida ao gozo eterno que julgam um dia galgarem? Eu duvido que cheguem lá. No céu não entra a tolice, a ignorância, a insensatez, não. Não entra. Não entra nada lá que glorifique a futilidade de uma vida cristã superficial, desconectada de Deus e de sua palavra.
Quem disse que é assim como se vê nos cultos? Quem disse que a "alegria" sentida na reunião do movimento fervoroso é diferente da emoção sentida num gol de um time do torcedor fanático?
Quem disse que Deus se manifesta em choros, pulos, gritos e algazarras? Quem disse?
Quem disse que Deus pode ser sentido fisicamente? Quem disse?
Onde é que tem algum lugar tremendo por aí hoje?
Ai de vós, tolos que se julgam crentes, que buscam coisas dessa vida na outra vida, que buscam deleites no Cristo que por ti morreu.
Ai de vós que esperais respostas imediatas naquele que lhe mandou esperar e lhe avisou das aflições. Ai de vós, tolos que se julgam crentes.
Essa fé de fornicação é a filha de Jezabel. Tal mãe, tal é sua filha. Ambas são assenhoradas de promiscuidade e um terror sem igual as espera, bem como todos que com elas deitam para se deleitarem em suas delícias mundanas. Jezabel gerou sete montes de pecados e sobre eles ela se assenta. Sobre cada um desses montes ela se eleva até os céus onde espera o reconhecimento da sua glória. Mas ela será abatida até o mais profundo abismo, e sua morada não mais se verá. Será povoada por espíritos imundos que ali farão coito.
É assim que diz a bíblia. Pena que você não lê.

(Bispo Dozane)
Sarah Greenmore

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publicado às 19:18



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