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O amor é uma energia, a energia mais
pura e mais elevada. Nas suas vibrações mais
altas, o amor possui sabedoria e consciência.
É a energia que une todos os seres. O amor é
absoluto e não tem fim
.
(Brian L. Weiss)
 
 Uma sucessão de insights
• Sou parte de tudo. ‒ Derruba a crença de que você está sozinho e isolado.
• Sou estimado. ‒ Derruba a crença de que o universo é vazio e impessoal.
• Sou realizado. ‒ Derruba a crença de que a vida é uma batalha.
• Minha vida é importante para Deus. ‒ Derruba a crença de que Deus é indiferente (ou não existe).
• Sou ilimitado, um filho do universo. ‒ Derruba a crença de que o ser humano é uma partícula insignificante na vastidão do universo.
 

 
Essas percepções não vêm todas de uma vez. Elas fazem parte de um processo. Como o processo é natural e fácil, todos têm momentos de despertar. Não é difícil mudar a percepção. Nos filmes (e às vezes na vida real), uma mulher pode dizer a um homem: “Ei! Não somos apenas amigos. Você está apaixonado por mim! Como não percebi?”. Esse momento de despertar, seja no cinema ou na realidade, pode mudar o rumo da vida de uma pessoa. Mas, mesmo que não mude, ela vivencia uma transformação interior. A mente – acompanhada pelo cérebro – para de computar um mundo baseado no “somos apenas amigos” em prol de uma realidade em que a conclusão “você me ama” de repente surgiu. A iluminação segue o mesmo rumo. A realidade A (o mundo secular) é alterada por um momento de insight, mudando as regras de sua vida, aquelas que se aplicam à realidade B (em que Deus é real).
Em seu anseio por mais significado e realização, as pessoas moldam a realidade B. Se alguém tivesse 100 por cento de garantia da existência de Deus, desistir da realidade A seria um prazer e um alívio. Não haveria mais sofrimento, dúvida ou medo da morte, nenhuma preocupação quanto a pecado, inferno e danação. As religiões prosperam alimentando nosso desejo de escapar das armadilhas do mundo secular, não importa o quanto a realidade A seja confortável.
A única garantia de que Deus existe vem da vivência direta. Você tem que sentir uma presença divina ou sentir Deus trabalhando, o que quer que essas frases signifiquem para você. Surpreendentemente, Deus tem uma influência relativamente pequena no processo de iluminação. A parte maior vem da mudança na percepção: acordar, ver a luz e encarar a realidade. É um erro acreditar que uma pessoa iluminada seja um tipo de Houdini espiritual, que misteriosamente se liberta da ilusão da vida mundana. O verdadeiro propósito da iluminação é tornar o mundo mais real. A fantasia vem do pensamento de que você está isolado, sozinho. Quando se percebe estar conectado a tudo na matriz da vida, o que poderia ser mais real?
Existem graus de iluminação, e você nunca sabe qual será o próximo insight. Há uma possível revelação em todos os acontecimentos se você aprender uma nova maneira de percebê-los. Aqui vai um exemplo pessoal. Em uma conferência, Deepak encontrou uma famosa neurocientista que disse se sentir mais à vontade no mundo dos pássaros do que no das pessoas. Qual seria o significado de tal afirmação? Não parecia ser um delírio. Essa mulher conhecia neurociência muito bem; era inteligente e articulada.
A essência de sua experiência foi parecida com a do encantador de cavalos: sintonizar-se com o sistema nervoso de outros seres. Há uma década tal afirmação teria soado esquisita. Como alguém pode pensar que nem um cão, como faz o treinador Cesar Millan, ou que nem um cavalo, como faz Monty Roberts, o encantador de cavalos original? A resposta é sensibilidade e empatia. Sendo autoconscientes, já conseguimos estender nossa consciência à maneira como outras pessoas se sentem. Não há mistério em sentir a alegria ou a dor de alguém.
Aparentemente podemos fazer o mesmo com animais, e a prova é que pode-se treinar cavalos e cachorros quase sem esforço, sussurrando em sua linguagem, sem recorrer a chicote, focinheira ou maus-tratos. Quando se sabe como o sistema nervoso de um animal vê o mundo, não é necessário usar a força para alterar seu comportamento. Fazemos isso mais facilmente seguindo a conduta natural de seu cérebro.
No caso da neurocientista, a prova de sua sintonia é que diversas espécies de pássaros silvestres ficam à vontade sobre seus ombros ou comendo em sua mão. Será que isso a torna a sucessora de São Francisco de Assis, que é retratado exatamente dessa forma? Sim, de certo modo. A capacidade de um santo enxergar toda a criação como parte de Deus gera uma empatia com tudo o que é vivo. Uma mudança ocorre no sistema nervoso do santo, que expressa o que a mente passa a aceitar: “Estou em paz com o mundo e com todos os seres vivos. Não estou aqui para prejudicá-los”.
É assim tão admirável que outras criaturas saibam quando estamos em paz? Nossos bichinhos sabem para quem rosnar e de quem se aproximar para ganhar um carinho. O sistema nervoso humano tem semelhanças com o de outros animais. Parece um pouco rude dizer isso de modo tão analítico, mas a verdade é bastante bela quando vemos um pássaro pousar em nossa mão.
Deepak relata seu encontro com essa mulher, mas ainda não foi uma experiência reveladora. Rudy a desencadeou quando Deepak lhe fez uma pergunta fantástica: “Se o DNA do ser humano é 65 por cento igual ao da banana, conseguimos nos identificar com bananas, ou nos comunicar com elas?” (Deepak havia lembrado de alguns experimentos famosos de Cleve Backster, que conectou plantas caseiras a sensores elétricos como um tipo de polígrafo ou um detector de mentiras, e descobriu que elas manifestavam mudanças em seu campo elétrico quando seus donos brigavam ou ficavam muito estressados. A descoberta mais surpreendente foi que as plantas revelaram maior excitação elétrica quando seus donos pensaram em arrancá-las.)
Rudy respondeu que, quando provamos a doçura da banana, os receptores em nossa língua são conectados ao açúcar da fruta. Então, até certo ponto, participamos dessa realidade no âmbito químico. A banana também fornece proteínas que se ligam a receptores semelhantes aos nossos. Desse jeito experimentamos uma espécie de comunicação “molecular”. Da mesma forma, quando se digere uma banana, a energia dela passa a ser nossa, o que é uma ligação ainda mais íntima do que a comunicação. Ao analisar todo o DNA em uma pessoa, 90 por cento vêm de bactérias que habitam o corpo dela de modo mutuamente dependente (simbiótico). Boa parte do nosso próprio DNA humano é similar ao DNA das bactérias. E as importantes organelas que nos dão energia, chamadas “mitocôndrias”, são na verdade células bacterianas que foram integradas por nossas células para essa finalidade. Portanto, somos geneticamente entrelaçados na rede da vida. Isso forma uma matriz de energia, genes e informações químicas codificadas. Nada é isolado. Essa é a grande revelação. Cada vez mais pessoas estão descobrindo isso, como pode ser observado pela espansão do movimento ecológico atual. O homem está abandonando a ilusão de que a Terra é dele e portanto pode ser manipulada e destruída a torto e a direito sem consequências terríveis. Porém, mesmo sem dados sobre a redução do ozônio e o aumento da temperatura dos oceanos, sábios antigos e profetas da Índia, como parte de sua jornada à iluminação, tiveram o mesmo insight quando declararam: “O mundo está em você”. A ecologia interliga todas as atividades que sustentam a vida, sejam as que ocorrem nas células ou em uma banana.

(DEEPAK CHOPRA, RUDOLPH E. TANZI - Super Cérebro)

Teoria de que vida surgiu fora da Terra não é impossível

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publicado às 01:41



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