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A COLÓNIA DO DIABO

por Thynus, em 21.11.14
Em 2100, nosso destino é se tornar como os deuses que outrora adorávamos e temíamos. Mas nossas ferramentas não serão varinhas mágicas e poções, mas a ciência dos computadores, a nanotecnologia, a inteligência artificial, biotecnologia e, acima de tudo, a teoria quântica, que é a base das tecnologias anteriores.
Em 2100, como os deuses da mitologia, seremos capazes de manipular objetos com o poder 
de nossas mentes. Computadores farão a leitura em silêncio de nossos pensamentos, 
serão capazes de realizar nossos desejos. Seremos capazes de mover objetos apenas com o 
pensamento, um poder tele cinético normalmente reservado apenas para os deuses. com o poderda biotecnologia , vamos criar corpos perfeitos e estender nossa breve vida. Nós também seremos capazes de criar formas de vida que nunca andaram na superfície da terra. Com o poder da nanotecnologia, seremos capazes de ter um objeto e transformá-lo em outra coisa, para criar algo aparentemente quase do nada. (...) Com os nossos motores, seremos capazes de aproveitar a energia ilimitada das estrelas.
MICHIO KAKU - Física do Futuro
 
“A ciência é a minha paixão; a política, o
meu dever.”

THOMAS JEFFERSON
 
Todos os miúdos da escola conhecem o nome de Thomas Jefferson, o arquiteto e autor da Declaração de Independência, o homem que ajudou a fundar uma nação a partir de um punhado de colônias dispersas no Novo Mundo. Muitos livros se escreveram sobre ele nos últimos dois séculos, mas de todos os Pais Fundadores da América, Jefferson permanece até hoje envolto em mistério e contradições.
Por exemplo, só em 2007 é que uma carta em código, perdida no meio dos seus papéis, foi finalmente decifrada. Fora-lhe enviada em 1801 por um colega da Sociedade Filosófica Americana — organização da época colonial que promovia debates científicos e eruditos. Este grupo estava particularmente interessado em dois tópicos: criar códigos indecifráveis e investigar mistérios à volta das tribos nativas que habitavam o Novo Mundo.
A cultura e a história dos índios americanos fascinavam Jefferson de modo obsessivo. Juntou em sua casa, em Monticello, uma coleção de artefatos tribais que, segundo se dizia, rivalizava com as que se encontravam nos museus (coleção que desapareceu misteriosamente após o seu falecimento). Muitas dessas relíquias índias foram-lhe enviadas por Lewis e Clark no decorrer da sua famosa expedição na América, mas o que muitos ignoram é que, em 1803, Jefferson transmitiu uma mensagem secreta ao Congresso sobre esses dois exploradores, em que revelava a verdadeira finalidade da jornada pelo Oeste.
O leitor ficará a par desse objetivo nestas páginas, pois há uma história secreta acerca da fundação da América que só uns quantos conhecem. Não tem que ver com pedreiros livres, templários ou teorias loucas. Na realidade, um dos indícios pende descaradamente na rotunda do Capitólio norte-americano. No interior desse nobre salão está pendurado o famoso quadro A Declaração de Independência, de John Turnbull. Obra supervisionada por Jefferson, mostra todos os que assinaram o célebre documento — mas pouca gente se apercebe de que Turnbull pintou cinco indivíduos a mais, homens que não assinaram a Declaração de Independência. Porquê? E quem eram?
Para obter uma resposta, continue a ler.
 
Neste novo milênio, o próximo grande passo na investigação científica e na indústria pode resumir-se numa palavra: nanotecnologia. significa, numa palavra, produção a nível atômico, a um milésimo de milionésimo de um metro. Para imaginar algo tão minúsculo, olhe para o ponto no fim desta frase. Os cientistas da Nanotech.org conseguiram fabricar tubos de ensaio tão pequenos que trezentos mil milhões caberiam nesse ponto.
E a indústria nanotecnológica está em expansão. Calcula-se que só este ano sejam vendidos produtos nanotecnológicos no valor de setenta mil milhões de dólares nos EUA. Tais produtos encontram-se em tudo: pasta dentífrica, óleo de proteção solar, creme para bolos, argolas de dentição, peúgas para correr, cosméticos, remédios e até pranchas de competição na neve. Atualmente, cerca de dez mil produtos contêm nanopartículas.
Qual é a desvantagem do desenvolvimento desta indústria? Estas partículas podem provocar doenças e até a morte. Cientistas da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), descobriram que as nanopartículas de dióxido de titânio (encontradas no óleo de proteção solar para crianças e em muitos outros produtos) podem ser geneticamente perigosos para os animais. Os nanotubos de carbono (existentes em milhares de objetos usados diariamente, como os capacetes de proteção infantis) acumulam-se nos pulmões e no cérebro dos ratos.
Coisas esquisitas e inesperadas acontecem também a este nível. O papel de alumínio, por exemplo. É inofensivo e prático para guardar restos de comida, mas reduzido a nanopartículas torna-se explosivo.
Trata-se de uma nova fronteira desconhecida. Hoje, não é exigido rotular os efeitos das nanopartículas nem existem estudos quanto às medidas de segurança a tomar com os produtos que as contêm. Há um aspeto ainda mais sombrio em relação a esta indústria. A história desta tecnologia vai mais longe do que o século XX — muito mais. Para descobrir onde tudo começou e as origens desta “nova” ciência…
… Prossiga a leitura.
 
 
Ao fundo das Montanhas Rochosas, a terrível descoberta de centenas de corpos mumificados  desperta atenção internacional e provoca acesa controvérsia. Apesar das dúvidas quanto à origem desses corpos, a comissão local da Herança Nativa Americana reivindica os restos mortais pré-históricos, assim como os estranhos artefatos encontrados na mesma gruta: placas de ouro gravadas em escrita desconhecida. No decorrer de uma manifestação no local da escavação, uma antropóloga tem morte horrível e é reduzida a cinzas numa violenta explosão à vista das câmeras de televisão.
Todas as provas apontam para um grupo radical de nativos americanos, do qual faz parte jovem militante que consegue escapar com algumas dessas valiosas placas. Perseguida, pede ajuda a seu tio, Painter Crowe, diretor da Força Sigma. Para ajudar a sobrinha e descobrir a verdade, Painter dá início a uma guerra entre as mais poderosas agências de espionagem do país. Surge contudo uma ameaça ainda maior quando uma assustadora reação em cadeia nas Montanhas Rochosas provoca uma catástrofe geológica que põe em perigo a metade oeste dos EUA. Painter Crowe une forças com o comandante Gray Pierce para desvendar os segredos de uma sombria cabala que manipula a história americana desde a fundação das treze colônias. Mas conseguirá Painter descobrir a verdade — e causar a queda de governos — antes que tudo o que lhe é caro seja destruído?
 
(James Rollins - A Colónia do Diabo)

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publicado às 14:45



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