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O PODER DO SUBCONSCIENTE

por Thynus, em 04.12.12


“O mundo que enxergamos (ou percebemos) não é visto objetivamente. É uma construção criada por nossa própria mente, portanto subjetiva. O mundo que percebemos depende da nossa formação, das nossas fronteiras culturais e lembranças — resumindo, é visto segundo o estado ímpar de funcionamento do nosso cérebro. Há mais de um mundo; há sete bilhões deles, cada um sendo visto
por cada mente individual humana. Se o mundo que nos rodeia é tão difícil de ser percebido objetivamente, será que perceber o mundo interior é também tão difícil? Por ser um arquétipo genético (ou desenvolvido) universal, o mundo interior é muito mais fácil de ser entendido. Acrescente-se a isso a hipótese que levantei de uma mente quântica supraconsciente coletiva, e todas as realidades interiores passam a ser o reflexo de uma mente maior. Esta poderia, naturalmente, ser o Eu Interior, não o eu que tem sido contaminado por influências locais.”

(Philip Gardiner in “Gnose”)

“Digo, com plena convicção, que o tempo não é o responsável pelas doenças e que a fatalidade não existe! Afirmo que tudo depende do nosso próprio mundo interior, isto é, que nós geramos nesta vida o que inconscientemente achamos conveniente, independentemente de nossas vidas passadas. Tudo pode ser programado. E o mundo é um grande espelho mágico! Atrairemos para a nossa vida aquilo em que acreditamos profundamente. Se acreditamos que determinadas pessoas são falsas e traiçoeiras, com certeza seremos atingidos por elas e, certamente, diremos: ”Eu não disse? Não se pode confiar em ninguém!”. E assim nosso ego estará realizado. Mas, se ao contrário, acreditarmos que, assim como nós, todas as pessoas buscam a felicidade, que também necessitam de compreensão, que também alimentam o medo de serem atacadas e trapaceadas, se acreditarmos que todos buscamos o mesmo objetivo e que, no final do túnel, todos procurávamos a mesma coisa, certamente seremos vistos da mesma forma e, pela lei da causa e efeito, seremos ajudados e benquistos.
As pessoas apenas refletem o que estamos espelhando, porém não é sempre que conseguimos ver nosso próprio reflexo. É observando os outros que saberemos como agimos verdadeiramente em nosso mundo interior e secreto.”
(Mercuryo in “Linguagem do Corpo”)

“A ciência desenvolveu-se intensamente, todavia frustrou o homem. De um lado, fez e continua fazendo muito. Causou uma revolução tecnológica no mundo extrapsíquico e mesmo no seu próprio organismo, por intermédio dos exames laboratoriais, das técnicas de medicina. Revolucionou o mundo extrapsíquico, o mundo de fora do homem, mas não o mundo intrapsíquico, o mundo de dentro do homem, o cerne da sua mente. Conduziu o homem a conhecer o imenso espaço e o pequeno átomo, mas não o conduziu a explorar seu próprio mundo interior. Produziu veículos automotores, mas não veículos psíquicos capazes de conduzir o homem a caminhar nas trajetórias do seu próprio ser. Fabricou máquinas para arar a terra e produzir mantimentos para saciar a fome física, mas não gerou princípios psicológicos e sociológicos para “arar” sua rigidez intelectual, seu individualismo e nutri-lo com a cidadania, a tolerância, a preocupação com o outro. Produziu informações e multiplicou as universidades, mas não resolveu a crise de formação de pensadores... A ciência não causou a tão sonhada revolução do humanismo, da solidariedade, da preservação dos direitos humanos. Não cumpriu as promessas mais básicas de expandir a qualidade de vida psicossocial do homem moderno. O homem do final do século XX se sentiu traído pela ciência e o do terceiro milênio se sente hoje frustrado, perdido, confuso, sem âncora intelectual para se segurar.
O conhecimento abriu novas e impensáveis perspectivas. As escolas se multiplicaram. As informações nunca foram tão democratizadas, tão acessíveis. Estamos na era da educação virtual. Milhões de pessoas cursarão universidades dentro de suas próprias casas. Porém, onde estão os pensadores que deixam de ser espectadores passivos e se tornam agentes modificadores da sua história existencial e social? Onde estão os engenheiros de idéias criativas, capazes de superar as ditaduras do preconceito e dos focos de tensão? Onde estão os poetas da inteligência que desenvolveram a arte de pensar? Onde estão os humanistas, que não objetivam que o mundo gravite em torno de si, que superam a paranóia do individualismo, que transcendem a paranóia da competição predatória e sabem se doar socialmente? O homem nunca usou tanto a ciência. Entretanto, nunca desconfiou tanto dela.”
(A.Jorge Cury in “Análise da Inteligência de Cristo”)

“Olhe ao redor de si, onde quer que viva, e verá que a grande maioria da humanidade vive no mundo interior; os homens mais esclarecidos estão intensamente interessados no mundo interior. Lembre-se : é o mundo interior, isto é, seus pensamentos, sentimentos e fantasias, que faz o seu mundo exterior. portanto, o único poder criador - e tudo o que você encontra em seu mundo da palavra foi criado por você no mundo interior da sua mente, consciente ou inconscientemente.
É um direito seu descobrir esse mundo interior de pensamento, sentimento e poder, de luz, amor e beleza. Embora invisíveis, suas forças são poderosas. Na sua mente subconsciente você encontrará a solução de cada problema e a causa de cada efeito. Você pode trazer à tona esses poderes ocultos, entrando assim na posse verdadeira do poder e sabedoria necessários para avançar na vida em segurança, abundância e alegria. Já vi o poder do subconsciente erguer pessoas que se encontravam liquidadas, tornando-as novamente fortes, dotadas de força vital e integradas em si mesmas, livres para saírem pelo mundo em busca de felicidade, saúde e alegria. Há um milagroso poder de cura em seu subconsciente, capaz de acabar com os tormentos mentais e com problemas do coração. Você pode abrir a porta da prisão da mente e libertá-lo. Pode livrá-lo de todas as espécies de grilhões materiais e físicos.”
(Joseph Murphy in “O Poder do Subconsciente)

 

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publicado às 13:39



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