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A Europa vive o momento mais trágico da sua história de três mil anos. Somos confrontados com eventos de época que, segundo todas as previsões, vão levar dentro de algumas décadas à pura e simples extinção física dos nossos povos. Esta dramática situação está deslizando num plano inclinado, sem obstáculos e a velocidade crescente. A Europa, como existiu desde a era neolítica à década de sessenta-setenta do século XX, está desaparecendo rapidamente diante de nossos olhos. A Europa do nosso nascimento, da nossa cultura, das nossas cidades, de todos os nossos valores, não é mais a mesma hoje. E no breve espaço de uma geração vai ser uma recordação do passado. Vai tornar-se outra coisa.

A questão de vida ou de morte reduz-se a dois simples, mas explosivos factores: taxas baixas de natalidade e imigração. "Dentro de 100 anos a população européia será apenas uma fração do que é hoje e em 200 anos alguns países podem desaparecer." Mais, "alguns têm argumentado que, se a Europa ainda é um continente de alguma importância, daqui a 200 anos será quase certamente um continente negro". Uma vez que os brancos são estéreis, não fazem nem querem ter filhos, enquanto os imigrantes de cor são muito férteis e reproduzem-se em taxas exponenciais. Tudo isso é verdade, diz-se, mas, enfim, são apenas projeções feitas a longo prazo, nada para nos preocupar-nos hoje ... Não exatamente. A catástrofe já está em pleno desenvolvimento e o cerco vai-se fechar brevemente. E no decurso da nossa própria vida vamos verificar isso, não por sintomas, talvez também graves como já está a acontecer, mas por uma esmagadora evidência: de acordo com estimativas da Comunidade Europeia e das Nações Unidas, a França, no decorrer do século XXI, passará dos actuais 60 milhões de habitantes para 43 milhões de habitantes; o Reino Unido de 60 para 45; a Alemanha de 80 para 32; a Espanha de 39 para 12 ...

Os últimos dias da Europa explica-nos como a imigração descontrolada da Ásia, da África e do Oriente Médio Oriente povoou a Europa de pessoas que não têm qualquer desejo de ser integradas e, pior ainda, não renunciam aos serviços sociais, aos cuidados de saúde convencionais, aos subsídios de desemprego que lhes são oferecidos pelos países de acolhimento. Esta espécie de "autoghetização" tem causado graves divisões sociais e políticas, profundos ressentimentos e xenofobia por parte dos europeus. Pior ainda, a falta generalizada de educação leva ao desemprego dos jovens em massa e ao desprezo religioso ou ideológico para com os países de acolhimento, e gera violência extrema, como se viu há poucos anos nos atentados de Madrid e Londres e nos motins de Paris. O autor argumenta que o papel da Europa nas questões mundiais deve ser repensado e, para lidar com as mudanças, devemos reformar a política de cada país através da adopção de novos modelos de integração.

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publicado às 08:53



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