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A ICAR é uma instituição castradora:
• Castradora através do Celibato Obrigatório que, sendo uma imposição contra-natura, tem-se manifestado em gravíssimos desvios sexuais (padres pedófilos, taxas elevadas de homossexualismo entre o clero). Eugene Drew
ermann (ex-padre) reconhece, fruto da sua experiência de psicoterapeuta, que a percentagem de homossexuais dentro da Igreja católica é grande, como consequência principal da sua moral repressiva e da atitude quanto ao celibato, quer entre religiosos de sexo masculino como do sexo feminino, chegando aos 25% os jovens seminaristas que, de forma permanente ou esporádica, se dedicam a práticas homossexuais. Homossexualidade que era considerada pela Igreja como uma das formas mais graves de pecado (os acusados pelo "crime nefando" eram sentenciados à fogueira pela Santa Inquisição). Se fosse agora, muito havia que queimar!
• Castradora através de seus Dogmas que cerceiam a liberdade de expressão. Quem tem medo do diálogo franco e aberto, escuda-se nos dogmas e na disciplina eclesiástica.

A Igreja Católica, continua Drewermann (“Funcionários de Deus“), «falsifica a neurose em santidade, a doença em eleição divina e a angústia em confiança em Deus», separando, como realidades opostas, o pensamento da sensibilidade, a actividade intelectual da vivência emocional. Filosofia própria de uma religião que «é inimiga da natureza e oposta ao amor» e que tem como objectivo não a sua libertação, mas a subjugação do homem: a sua destruição como indivíduo livre e senhor do seu destino.

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publicado às 14:47


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