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O Sistema Nervoso

por Thynus, em 16.02.13

O cérebro é o cerne do nosso sistema nervoso central. Ainda que seus sintomas afetem todo o organismo, eles devem ser tratados em contexto com a central, que está localizada na cabeça. O sistema nervoso é o sistema básico de informação e de comunicação do corpo. Ele regulamenta as relações entre os mais variados níveis de emissão de ordens da central e a recepção das ordens na periferia. Juntamente com o sistema hormonal, ele é responsável por todas as transmissões de informação (1). Entretanto, as fronteiras entre as redes de comunicação do corpo não são rígidas. Elas se interpenetram, formando um sistema multidimensional. Dessa maneira, por exemplo, o sistema nervoso utiliza, em seus pontos de ligação, substâncias semelhantes a hormônios, tais como a adrenalina, a acetilcolina, a dopamina, etc., para transportar a informação através dessas pontes, chamadas de sinapses. Pode-se imaginar as sinapses como se fossem tomadas nas quais estão ligados diversos circuitos elétricos. O sistema nervoso trabalha sobretudo com eletricidade, enquanto o sistema hormonal pode ser comparado a um sistema de mensageiros que transporta a informação sob a forma de substâncias químicas. Nesse sentido, os nervos são os mais recentes e representam a variante que traz em si o futuro.
Diferencia-se um sistema nervoso voluntário ou sensomotor de um involuntário, ou autônomo. A parte que pode ser controlada pela vontade engloba, por exemplo, o padrão de movimentos deliberados da musculatura do esqueleto. A parte involuntária é responsável pelos nervos dos órgãos internos, que não dependem da vontade. Esse sistema nervoso das vísceras, chamado de vegetativo, contém por seu lado dois pólos antagônicos: o simpático, que poderia ser chamado também de pólo masculino arquetípico, já que é responsável pelos modos de comportamento dirigidos para o exterior tais como a luta, a fuga, o trabalho e a concentração, e seu oponente, o parassimpático ou vago, que é responsável por um leque de atividades, dos processos regenerativos da digestão à sexualidade, e que portanto pode ser considerado como representante do pólo feminino arquetípico. Os dois pólos do sistema nervoso vegetativo dispõem de diferentes substâncias químicas transportadoras que são responsáveis pela transmissão de informações entre fibras nervosas individuais. As substâncias transportadoras chamadas de adrenergênicas, tais como a adrenalina e a noradrenalina, pertencem ao sistema nervoso dos órgãos internos masculino ou simpático; no âmbito do cérebro, ternos a dopamina. No sistema feminino ou parassimpático predominam as substâncias colinérgicas, sobretudo a acetilcolina.
Caso se faça uma divisão polar geral, o sistema nervoso voluntário corresponderia ao pólo masculino ou Yang, enquanto o sistema nervoso vegetativo ou involuntário seria atribuído ao pólo feminino ou Yin. O simpático é então a parte masculina desse âmbito que é em si feminino, sendo o parassimpático o feminino do feminino.
Ao lado da subdivisão de acordo com o conteúdo, utiliza-se também uma subdivisão chamada de topográfica, de acordo com a localização espacial. Esta diferencia o sistema nervoso central, composto pelo cérebro e a medula espinhal, do sistema nervoso periférico, que consiste das sensíveis vias nervosas voluntárias e involuntárias que atravessam todo o corpo. O sistema periférico transmite ao central todas as informações que recebe do corpo e do entorno e realiza todas as reações que delas resultam. O sistema central, portanto, é responsável por tudo, mas em todos os casos conta com a colaboração dos nervos periféricos. Sem esse trabalho da periferia, a central estaria, por um lado, desconectada do fluxo de informações, e por outro, seria incapaz de expressar suas ordens.

(1) Além desse, reconhecido por toda a medicina, existem ainda as vias de informação dos meridianos e dos
fenômenos de biorressonância, aceitos apenas pela medicina natural. Além disso, os campos morfogenéticos
mencionados no início também são uma espécie de sistema abrangente de informações.

(Rüdger Dahlke - "A doença como linguagem da alma")

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publicado às 19:50



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