Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]



A ciência nunca poderá provar ou refutar a existência de Deus ou um de Poder Superior. Afinal não é este o elemento essencial da fé? Uma fé que não precisa de provas?
Mas talvez a prova sempre esteve nos nossos cérebros.
As nossas percepções, emoções e reações ao mundo que nos rodeia começam no nascimento e modelam as nossas atitudes e as nossas interações ao longo da nossa vida e, através delas, sabemos em quem confiar, o que esperar e como lidar com as coisas. A formação das crenças envolve diversas áreas do cérebro. Embora os mecanismos exatos não possam ser bem definidos, os cientistas sabem que o nascimento de crenças causa alterações fisiológicas no cérebro.
Com efeito, como vivemos a experiência da Fé se não através do nosso cérebro? O nosso cérebro processa todas as experiências que vivemos – sensoriais, somáticas, emocionais e metafísicas. O cérebro tem de processar e interpretar as nossas experiências com as nossas crenças, as nossas emoções e encontros anteriores, com a sua estrutura física e química.
Um aumento da atividade na parte anterior do cérebro foi observada em monges budistas tibetanos enquanto meditavam e em freiras enquanto rezavam. No entanto, foi visto nos monges e nas freiras, que esta parte do cérebro aumenta a sua atividade também durante as tarefas que requerem atenção. A questão interessante é saber se os seus cérebros foram alterados pela prática espiritual ou se são mais suscetíveis, desde o início, às forte experiências
[Error: Irreparable invalid markup ('<a [...] ;>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

A ciência nunca poderá provar ou refutar a existência de Deus ou um de Poder Superior. Afinal não é este o elemento essencial da fé? Uma fé que não precisa de provas? <br />Mas talvez a prova sempre esteve nos nossos cérebros.<br />As nossas percepções, emoções e reações ao mundo que nos rodeia começam no nascimento e modelam as nossas atitudes e as nossas interações ao longo da nossa vida e, através delas, sabemos em quem confiar, o que esperar e como lidar com as coisas. A formação das crenças envolve diversas áreas do cérebro. Embora os mecanismos exatos não possam ser bem definidos, os cientistas sabem que o nascimento de crenças causa alterações fisiológicas no cérebro.<br />Com efeito, como vivemos a experiência da Fé se não através do nosso cérebro? O nosso cérebro processa todas as experiências que vivemos – sensoriais, somáticas, emocionais e metafísicas. O cérebro tem de processar e interpretar as nossas experiências com as nossas crenças, as nossas emoções e encontros anteriores, com a sua estrutura física e química.<br />Um aumento da atividade na parte anterior do cérebro foi observada em monges budistas tibetanos enquanto meditavam e em freiras enquanto rezavam. No entanto, foi visto nos monges e nas freiras, que esta parte do cérebro aumenta a sua atividade também durante as tarefas que requerem atenção. A questão interessante é saber se os seus cérebros foram alterados pela prática espiritual ou se são mais suscetíveis, desde o início, às forte experiências <a ;="" bitly="BITLY_PROCESSED" class="tags" href="http://pt.shvoong.com/tags/religiosas/" onclick="javascript:counttag('Religiosas', 1, 1999419)"><span>religiosas</span></a>.<br />É sabido que os lóbulos temporais estão envolvidos nas experiências religiosas e espirituais: a amígdala e o hipocampo estão envolvidos nas visões místicas e nas emoções religiosas. Isto traz à mente uma possível ligação entre os transtornos mentais e as experiências sobrenaturais. Por exemplo, alguns pacientes durante as crises, especialmente nos casos de epilepsia do lobo temporal, dizem que tiveram premonições e visões religiosas pouco antes ou logo após a crise. Estas descobertas científicas mostram que há um mecanismo neural subjacente as experiências religiosas?<br />O cérebro parece predisposto a acreditar em todas as coisas espirituais. Os cientistas foram capazes de induzir, em alguns voluntários, experiências e sensações religiosas através da aplicação de um campo magnético sobre os lobos temporais e através da administração de alucinógenos.<br />Além de mais a religião é uma característica hereditária. Os estudos sobre gêmeos indicam que a intensidade religiosa está, pelo menos em parte, ligada à genética. Podemos experimentar os mesmos sentimentos seja por práticas religiosas seja por parte das drogas? O nosso cérebro está inclinado para a religião qualquer que seja a experiência ou o background de uma pessoa?<br />As crenças, as experiências e as práticas religiosas e o papel que desempenham nas nossas vidas não são facilmente definidas. Ao longo da história humana, temos tentado definições, a estrutura, a clareza e a paz. E encontramos tudo isso na religião. É, portanto, a religião apenas um subproduto da evolução que nos permite lidar com os problemas da vida ou o nosso cérebro foi criado por uma Entidade Superior para fazer-nos apreciar as coisas do mundo em toda a sua beleza espiritual?<br />Nunca me aconteceu de escrever tantas perguntas, mas neste caso também não estou tão convencido de querer saber todas as respostas ...

publicado às 20:45


Comentar:

Comentar via SAPO Blogs

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

subscrever feeds