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A QUIMICA DO AMOR

por Thynus, em 04.12.12


"Você encontrou aquela pessoa especial - coração acelerado, mãos molhadas de suor, borboletas no estômago -, o corpo todo vibra. Jantam juntos, e você está nas nuvens. Para encerrar a noite, um beijo. Você parece derreter por dentro. Nos dias seguintes tem pouca vontade de comer, mas nunca se sentiu tão bem. Até o resfriado sumiu.
Existem evidências de que o fenômeno do "amor" r
esulta de uma série de reações químicas no cérebro que provocam efeitos físicos e mentais. Calcula-se em 100 bilhões o número de neurônios que formam a rede de comunicação cerebral. Candice Pert, do American National Institute of Health, em uma pesquisa pioneira, descobriu os neuropeptídeos, filamentos de aminoácidos que circulam pelo corpo e se juntam a receptores compatíveis. Já foram identificados 60 tipos diferentes de neuropeptídeos, e são eles que. agregados aos receptores, disparam no corpo as reações emocionais. Em outras palavras: todas as nossas emoções - amor, tristeza, alegria - são bioquímicas. O cientista britânico Francis Crick, que, com sua equipe, conquistou o prêmio Nobel de Medicina por decifrar o código do DNA que determina os genes, assombrou a comunidade médica quando afirmou:

"Você, suas alegrias, tristezas, ambições, decisões, seu senso de identidade, o amor – tudo isso não é mais que a atuação de um enorme conjunto de células nervosas."

A principal substância química que provoca os sintomas da paixão é a feniletilamina, da família das anfetaminas, encontrada no chocolate. É a maior responsável pelo coração disparado, pela mão suada, pelas pupilas dilatadas e pelas "borboletas" no estômago. A adrenalina também é liberada, acelerando ainda mais o coração, deixando a pessoa alerta e com uma sensação de bem-estar. E há ainda as endorfinas, que melhoram o sistema imunológico e curam a gripe. Quando duas pessoas se beijam, seus cérebros fazem uma rápida análise da saliva um do outro e decidem sobre a compatibilidade genética. O cérebro feminino faz ainda um exame químico do sistema imunológico masculino.
Todas essas reações positivas explicam uma coisa: As pessoas apaixonadas são mais saudáveis e resistentes às doenças. O amor faz bem à saúde."

(Allam e Barbara Pease in “POR QUE Os Homens Fazem Sexo E as Mulheres Fazem Amor?”)


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publicado às 15:27



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