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Aquele que gosta de vinho não bebe para esquecer, mas bebe para lembrar, recordar, celebrar!

Grandes tintos, branco para amar, bolhas perfeitas. Trinta e oito inesquecíveis taças, do Brunello de Montalcino ao Falanghina, do Pinot Noir ao Franciacorta, do Cabernet ao Porto, do Syrah ao Amarone, do Barbaresco ao Tokaji, do Primitivo de Manduria ao Champagne. Há muitos livros que visam combinar um vinho com um prato, mas este prtende combinar o vinho com a vida, como um todo. Não só narra a história que cada vinho tem, de onde vem – e são histórias e anedotas muitas vezes tão extraordinárias que parecem impossíveis, épicas ou dramáticas, românticas e guerreiras, heróicas e eróticas -, mas sobretudo que sensações oferece, o que diz a todos nós hoje, quando o bebemos, e em que momento da existência pode-nos acompanhar. Porque a terra conhece profundidades que o homem não consegue imaginar. Útil e sedutor ao mesmo tempo, uma nova viagem na filosofia de vinho, da videira, da vida, dedicado a todos aqueles que compreenderam que não se bebe para esquecer, mas para se lembrar.

Há histórias contadas na terceira pessoa, mas existe também quem se reencontra nestas histórias onde o vinho é protagonista principal. Vêm à ribalta e tomam voz figuras históricas, dos antigos romanos a William Shakespeare, horrorizado com o facto de que os seus personagens Romeu e Julieta, tão nobres e poéticos, tenham sido utilizados numa campanha publicitária de vinhos.
Realidade e fantasia fundem-se e misturam-se para contar com notas diferentes a história do vinho.
O livro é dividido em oito capítulos em que encontramos 38 taças. Cada taça é dedicada a um vinho, que se vai descobrir só no fim da leitura. Só sorvendo lentamente a história e desfrutando realidade narrativa e verossimilhança, se chegará à ficha que revela a sua identidade.
Um livro que une e sela o amor pelo vinho e o amor pela vida. Cheio de histórias interessantes, das etimologias dos nomes dos vinhos à história da sua criação.
Porque muitas vezes o vinho é combinado com a comida, mas este livro vai mais longe. Combina o vinho com a vida. Às situações ideais em que degostá-lo.
E se o poeta latino Horácio nas suas odes dizia "Nunc est bibendum", ou seja, "agora é hora de beber", podemos acrescentar que além de beber, agora é também hora de ler e saber conhecer e gostar de vinho! À saúde!

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publicado às 20:45



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