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...

por Thynus, em 03.12.12
Todas as grandes religiões colocam uma ênfase comum na importância de conduzirmos uma vida espiritual, de compreendermos a presença divina em todos os seres e nas coisas, de praticarmos boas acções e serviço, do amor e da compaixão, da esperança e da fé. Todas descrevem a vida depois da morte e a imortalidade da alma. Todas frisam a importância da gentileza, da capacidade de perdoar e da paz.
Por
que razão somos tão ignorantes a respeito da essência das nossas próprias religiões, com as suas tradições espirituais tão ricas, para não mencionar a nossa ignorância a respeito das religiões dos nossos amigos e vizinhos? Por que motivo insistimos em ver só as diferenças, quando as semelhanças são de tal forma esmagadoras? Por que razão ignoramos os ensinamentos, os preceitos, as regras e as linhas de orientação que nos foram apresentadas com tanto amor e brilho pelos grandes mestres?
Se existe apenas um Deus e apenas uma religião, que é o amor, por que razão devemos praticar a nossa religião de nascença, ou por que razão devemos escolher uma única fé, em detrimento de todas as outras?
Na verdade, o tipo de igreja ou de templo que frequentamos não é muito importante, se realmente optarmos por frequentar algum. Tal como os raios das rodas das bicicletas, os caminhos ditados pelas grandes religiões conduzem todos ao mesmo centro, à divindade e à iluminação. Um caminho não é melhor ou pior do que o outro. Todos eles são iguais.

(Brian Weiss – “A Divina Sabedoria dos Mestres”)

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publicado às 16:43


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