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“Nunca deixes para amanhã o prazer que podes ter hoje”, ou, como afirmativa culminante: “Todos agora são felizes”. A felicidade do homem, hoje em dia, consiste em “divertir-se”. E divertir-se consiste na satisfação de consumir e “obter” artigos, panoramas, alimentos, bebidas, cigarros, gente, conferências, livros, fumes — tudo é consumido, engolido. O mundo é um grande objeto de nosso apetite, uma grande maçã, uma grande garrafa, um grande seio; somos os sugadores, os eternamente em expectativa, os esperançosos — e os eternamente decepcionados. Nosso caráter é engrenado para trocar e receber, para transacionar e consumir tudo, os objetos espirituais como os materiais, torna-se objeto de troca e de consumo.
A situação, no que refere ao amor, corresponde, como não pode deixar de ser, a esse caráter social do homem moderno: autômatos não podem amar; podem trocar seus “fardos de personalidade” e esperar um bom negócio.

(Erich Fromm - "A Arte de Amar")

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publicado às 10:37


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por Thynus, em 29.11.12


Santa pimenta

Quem coloca a pimenta no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os Chineses e outros povos primitivos descobriram há milhares de anos,utilizando-a como fitoterápico e que agora estão sendo comprovados pela ciência.

A pimenta faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem
enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.

A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.

O nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!

O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.

Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!

Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.

E tem mais: as substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante(antienvelhecimento) da capsaicina e piperina.

Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.


Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.

Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.

DOENÇAS QUE A PIMENTA CURA E PREVINE

Baixa imunidade - A pimenta tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à aids com resultados promissores.


Câncer - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade.

Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais.

Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.



Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado também à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.


Enxaqueca - Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.


Feridas abertas - É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado diretamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados - Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de uma pequena pimenta malagueta por dia, como se fosse uma pílula.

Hemorróidas - A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com pimenta para uso tópico.

Infecções - O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração - A pimenta tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.
Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade - Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que a pimenta derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta - Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.


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publicado às 16:48


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por Thynus, em 29.11.12

QUE ESPETÁAAAAAAAAAACULO DE NOTÍCIA!!!

Antes bêbado, que demente. Mãos ao copo!

Os cientistas pesquisaram idosos com 75 anos ou mais que gostam de beber uma cerveja por dia ou um copo de vinho.
A equipe do instituto estudou mais de 3.000 pessoas nessa idade – elas estavam livres de demência no começo do estudo.
Os pacientes foram examinados duas vezes a cada 18 meses.
De acordo com um dos professores responsáveis pela pesquisa, Siegfried Weyerer, 217 idosos apresentaram sintomas de demência no decorrer do estudo.
- Aqueles que consumiam álcool tinham cerca de 30% menos de demência e 40% menos de Alzheimer do que os idosos que não consumiam nada.
Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças significativas de acordo com o tipo de bebida alcoólica consumida.

Nos últimos 31 anos, a associação entre o consumo moderado de álcool e a função cognitiva foi investigada em 71 estudos envolvendo 153..856 homens e mulheres de várias locais com diferentes padrões de consumo.
Segundo o médico Harvey Finkel, do Centro Médico da Universidade de Boston, "a idade não é razão para abstinência".
- É preciso lidar com pessoas idosas viciadas no álcool com mais responsabilidade do que com os jovens.
Mas eles podem tirar mais benefícios para a saúde do consumo moderado do álcool.


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publicado às 16:46


ARMAGEDÃO CIBERNÉTICO?

por Thynus, em 29.11.12
Washingtom Novaes é um analista atento ao que de novo, surpreendente e perigoso pode estar sendo preparado na humanidade seja em termos de avanços que protegem a vida, seja de ameaças que podem nos destruir. Convoca-nos a pensar para além das actuais crises económico-financeiras e até civilizacionais. Está em curso a nanotecnologia, nanorobots e uma eventual guerra cibernética de consequências inimagináveis para o futuro de inteiras nações e de nossos sistemas de comunicação. Ela é silenciosa mas está sendo aplicada em regiões de guerra como no Afeganistão, Iraque ou ameaçadas por guerra como o Irão e na Palestina. O seu artigo apareceu no Estado de São Paulo no dia 9 de setembro sob o título: “Sem milagres para a guerra cibernética." Dada a importância do tema, abalançamo-nos em republicá-lo. Importa estarmos atentos a novidades nada róseas que nos podem ocorrer nos próximos tempos.


SEM MILAGRES PARA A GUERRA CIBERNÉTICA

Seria prazeroso escrever sobre ipês rosa floridos prenunciando a primavera, que chega em setembro. Ou sobre o comovente trabalho de músicos que criam orquestras de jovens em favelas. Mas que fazer? Jornais estão povoados de notícias sobre ameaças de uma guerra cibernética que pode levar a uma catástrofe nuclear planetária. Sobre robôs que podem, por conta própria, disparar um míssil atômico. Sobre hackers capazes de paralisar sistemas financeiros, de transporte, de saúde, de comunicação, em escala planetária.

Nesta mesma página, o embaixador Rubens Barbosa já escreveu sobre o tema (20/6). O ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, Kenneth Rogoff, também tratou da vulnerabilidade da economia global a ataques cibernéticos, com terríveis consequências (6/7). Nestes tempos em que já estamos confrontados por tantos limites inultrapassáveis - crises de finitude de recursos naturais, da água, de terras, de alimentos, etc. -, que se fará para enfrentar a ameaça de "armagedon cibernético" mencionada pelo professor da universidade canadense de Toronto, Don Tapscott (Folha de S.Paulo, 22/7)?

Lembra o embaixador Rubens Barbosa o pensamento de Von Clausewitz, que já na primeira metade do século 19 escrevia que a guerra é a continuação da política por outros meios - tal como já começa a ocorrer nos dias de hoje, com a cibernética e o uso de instrumentos eletrônicos cada vez mais sofisticados. Estados Unidos e Israel já os teriam utilizado para interferir no programa iraniano de enriquecimento de urânio, desativando 5 mil centrífugas. China e Estados Unidos trabalham com programas capazes de invadir sistemas sofisticados e desenvolvem comandos cibernéticos, programas de segurança nacional para informações, formatos de impedir a escalada de ataques cibernéticos.

Que pensa fazer o Brasil nesse quadro?

Já o professor Kenneth Rogoff pergunta o que acontecerá com o uso de vírus cibernéticos comandados por anarquistas e terroristas, ou com catástrofes naturais causadas por interferências em programações, ou por satélites assim danificados, paralisando redes elétricas, bancos de dados do sistema financeiro, indústrias de tecnologia. E medita: se governos desenvolvem vírus com esse poder destruidor, que se fará? Confiar na sorte?

O panorama é assombroso. A instituição Royal Pingdom, citada pelo jornal The New York Times (Estado, 12/7), calculou para 2010 um número de 107 trilhões de mensagens eletrônicas circulando pelo mundo, onde no ano passado já havia 3,1 bilhões de contas de e-mail. Que acontecerá no mundo, pergunta Don Tapscott, se a nova geração usuária desse meio tem mais de 50% de seus membros desempregados?

Eugene Kaspersky, ex-funcionário do Ministério de Defesa da antiga URSS, hoje diretor da maior empresa de antivírus do mundo, propõe a criação de uma organização internacional de segurança cibernética para impedir que prossiga a guerra em que já estão envolvidos Estados Unidos, China, Grã-Bretanha, Índia, Alemanha, França, as duas Coreias e mais países, que têm unidades de guerra cibernética, de criação de supervírus, naves de guerra não tripuladas e outras armas. Segundo ele, "estamos sentados num barril de pólvora e serrando o galho que sustenta a internet" (Folha, 29/7). As hostilidades podem implicar perda de informações de Forças Armadas, perda de propriedade intelectual de empresas, etc.

Kennette Benedict, editora do Bulletin of the Atomic Scientists, diz na revista New Scientist (30/6) não ter dúvida de que os Estados Unidos "estavam por trás" do ciberataque ao Irã, com o objetivo de impedir o desenvolvimento de sistema de enriquecimento de urânio. Segundo ela, "estamos numa nova era bélica, de fortes ligações com a corrida secreta para construir bombas atômicas". O ataque ao Irã baseou-se no sistema de software Stuxnet, desenvolvido por Estados Unidos e Israel. Ele continha malwares (códigos agressivos) que tinham como alvo sistemas específicos de controle industrial, do tipo que controla centrífugas utilizadas para enriquecer urânio.

Faz lembrar o final da 2.ª Guerra Mundial, quando cientistas alertaram o governo norte-americano sobre as consequências dramáticas que teria atirar bombas nucleares sobre o Japão - inclusive uma corrida nuclear entre Estados Unidos e URSS -, diz Kennette Benedict. Mas outros cientistas e autoridades temiam que a Alemanha pudesse chegar antes ao domínio da tecnologia nuclear. Não vingou, assim, a tese de que a energia nuclear deveria ser posta sob controle internacional, talvez mesmo na ONU, que estava sendo criada.

A situação atual seria semelhante, por falta de controle internacional no campo cibernético. Para a editora, é "irônico que o primeiro uso conhecido da cibernética para a guerra seja exatamente para impedir a proliferação de armas nucleares: uma nova era de destruição em massa pode começar num esforço para encerrar um capítulo da primeira era de destruição em massa".

Se a política internacional não consegue avançar nesse terreno da cibernética e da respectiva guerra, que se fará? Acreditar em milagres? Na mesma edição da New Scientist, ao lado do texto de Kennette Benedict - coincidência ou não -, o líder da Associação Racionalista Indiana, Sanal Edamarku, conta haver sido convidado para desvendar um suposto milagre numa igreja em Mumbai, onde água brotava de uma imagem e atraía multidões. Pesquisou até descobrir que se tratava de água das instalações sanitárias, canalizada por um sistema de drenagem que passava sob a base da imagem, mas estava bloqueado. Por capilaridade, diz ele, a água infiltrou-se nas paredes adjacentes à estátua e, por um orifício, corria para os pés da imagem.

É possível que haja milagres. Mas a política internacional terá de se desdobrar na nova guerra, que já está no nosso cotidiano.

(http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sem-milagres-para-a-guerra-cibernetica-,914287,0.htm)

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publicado às 16:44


O SUICÍDIO DA ESPERANÇA

por Thynus, em 29.11.12
Nestes últimos dias acompanhamos pela imprensa escrita e falada o anúncio do Primeiro Ministro sobre novas medidas de austeridade para a recuperação da nossa economia. Confesso que fiquei estupefacto e indignado com as palavras do nosso PM. Mas pior ainda fiquei depois da postagem feita por tão sinistra personagem na sua página do Facebook , onde, com linguagem piegas pretende desculpar-se da facada que acabara de espetar pouco antes nas costas daqueles a quem se atreve a chamar amigos. Só um PM “impreparado” é que ignora que um País não cresce com palavras mansas ou com choradeiras para justificar o injustificável. Curiosamente, hoje, François Hollande (Presidente francês) acaba de anunciar que os vencimentos acima de um milhão de euros serão submetidos a impostos de 75%, "sem excepções" para a recuperação da economia francesa no prazo de dois anos. Entretanto, o nosso Primeiro fez precisamente o contrário. É tudo uma questão de ter ou não ter tomates, Sr. PM. Não pode ser o povo trabalhador a pagar a factura dos despesismos e compadrios de uma classe política irresponsável, incompetente e corrupta. Tomates, caro “amigo” PPC, é o que lhe tem faltado para acabar de vez com os compadrios económico-políticos.

Assinala-se hoje o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
Ficar desempregado e não ter meios de subsistência, ter bocas para alimentar e dívidas para pagar são reflexos da grave crise económica que o País atravessa e que estão a fazer aumentar os casos de depressão, de consumo de álcool e do suicídio.
O psiquiatra Álvaro Carvalho afirma que o número de pessoas que se suicidam todos os anos em Portugal será o "dobro" dos números revelados pelas estatísticas. As mais recentes indicam mais de mil casos por ano. De acordo com o especialista, há vários motivos para esta disparidade de números, um dos quais é o facto de o registo do óbito não indicar, em muitas situações, o suicídio como causa de morte, mas sim ‘causa não identificada’.
O preconceito relacionado com as questões religiosas, culturais ou sociais, e o facto de as companhias seguradoras não pagarem os prémios em caso de suicídio são outros factores que "encobrem" a realidade.

Não sei se o nosso PM tem sensibilidade para estas questões, mas de qualquer modo permito-me citar as palavras sábias e oportunas de Francisco Moita Flores que acabei de ler no Correio da Manhã:

“No balanço da comunicação do primeiro-ministro sobre mais austeridade, escutámos de tudo e o seu contrário, ou seja, espremido, para o cidadão comum, não ficou uma réstia de esperança nem de incerteza. Apenas a multiplicação da confusão e da contradição. Julgo que o verdadeiro drama desta crise e deste saber em crise tão profunda não está nos números. Está nos homens que os tratam como meros utensílios. Como se a vida fossem números e nada mais do que algarismos sem alma, sem emoção, sem dignidade.
A secura do número é amada por este saber pobre e frustrante que nem a dimensão simbólica dos algarismos consegue apreender. E por isso, prefiro olhar e resistir a esta crise com a ajuda de outros números cuja carga simbólica trazem dentro de si Vida e Morte. Soubemos que, em 2009, seis portugueses por dia autodeterminaram a morte. Que a linha SOS Voz Amiga (destinada à prevenção do suicídio) recebe milhares de telefonemas suplicando ajuda de gente na brutalidade da solidão, do desemprego, da ruína familiar, da violência doméstica.
Ficámos a saber também que sobem acima de 30 mil os casos de violência doméstica, sempre em crescendo conforme se agudiza a crise, com maior cadência de mulheres assassinadas. Podíamos continuar a fornecer números sobre esta morte da esperança. Talvez se gritasse menos, se houvesse um saber com alma que compreendesse a dimensão trágica do número, acrescentando soluções que tivessem a ver com a dignidade de quem sofre, coisa que não se mede em percentagens do PIB, nem de inflação.“

É muito triste que um PM tenha que ficar na história como “coveiro da Nação”!

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publicado às 16:42

O GRANDE SEGREDO PARA TER SUCESSO EM QUALQUER ÁREA (OU PROFISSÃO) É MANTER-SE EM MOVIMENTO E CRIAR HÁBITOS DE DISCIPLINA

"A Mãe Natureza reage à disciplina. A disciplina - regras, limites e restrições - existe em todas as espécies do planeta. As abelhas são disciplinadas. As formigas são disciplinadas. Os pássaros são disciplinados. Os golfinhos são muito disciplinados. Se você já viu golfinhos c
açando um cardume de anchovas, percebeu que eles trabalham organizadamente, em grupo, para pegar suas presas. Os lobos são disciplinados não apenas quando caçam, mas também quando migram, brincam e comem. Eles não questionam a disciplina. A natureza não a vê como algo negativo. A disciplina está no DNA. Disciplina é sobrevivência.
Pense em como a disciplina existe na sua vida. Se você fosse Lance Armstrong (ciclista norte-americano conhecido por ter vencido o Tour de France sete vezes seguidas), disciplina significaria manter a forma, treinar, comer os alimentos certos e correr de bicicleta muitos quilômetros por semana. Se você trabalhasse na rede de cafeterias Starbucks, disciplina significaria chegar ao trabalho no horário correto, memorizar todos os nomes de bebidas, saber a quantidade de ingredientes que deve ser usada em cada receita e manter a educação, mesmo diante de uma longa fila de clientes impacientes. Isso é disciplina. Para ter sucesso em algo, você deve colocar a disciplina em prática. Se você faz aulas de kick boxing, deve ser disciplinado quando o professor lhe pede para levantar a perna. Ele não está sendo malvado. Ele simplesmente sabe que você não vai conseguir o que pretende se não praticar a disciplina."
(CESAR MILLAN - "O Encantador de Cães")

"Você é uma criatura de hábitos. O hábito é a função do seu subconsciente. Você aprendeu a nadar, a andar de bicicleta, a dançar e a dirigir automóveis, fazendo essas coisas conscientemente repetidas vezes, até que fizessem impressões em seu subconsciente. E, então, a ação automática do hábito do seu subconsciente tomou conta de tudo.
Isso é o que se chama algumas vezes de segunda natureza, que é a reação do seu subconsciente ao seu pensamento e ação.
Você tem a liberdade de escolher um bom hábito ou um mau hábito. Se você repete um pensamento negativo ou age negativamente durante um certo período, ficará sob a compulsão desse hábito. A lei do seu subconsciente é o hábito."
(JOSEPH MURPHY - "O Poder do Subconsciente")

A disciplina do sofrimento, do grande sofrimento - não sabeis que somente essa disciplina criou todas as elevações do homem até agora? Aquela tensão da alma na infelicidade, que faz crescer sua força, seu arrepio à vista do grande ir-ao-fundo, sua inventividade e bravura no carregar, agüentar, decifrar, utilizar a infelicidade, e tudo o que jamais lhe foi dado de profundeza, de segredo, de máscara, de espírito, de ardil, de grandeza: - não lhe foi dado sob sofrimentos, sob a disciplina do grande sofrimento? No homem, criatura e criador estão unificados: no homem há matéria, fragmento, excedente, argila, lodo, insensatez, caos: mas no homem há também criador, formador, dureza de martelo, divindade de espectador e sétimo dia - entendeis vós essa oposição? E que vossa compaixão é pela "criatura no homem", por aquilo que tem de ser formado, quebrado, moldado, dilacerado, queimado, abrasado, depurado - por aquilo que necessariamente tem de sofrer e deve sofrer? E nossa compaixão - não compreendeis por quem é nossa compaixão inversa, se ela se defende contra vossa compaixão como o pior dos atenuantes e fraquezas? - Compaixão, pois, contra compaixão! - Mas, dito mais uma vez, há problemas mais altos do que todos os problemas de prazer e sofrimento e compaixão: e toda filosofia que se esgota nestes é uma ingenuidade.
(FRIEDRICH NIETZSCHE - OBRAS INCOMPLETAS)

Quem quer que já tenha tentado dominar uma arte sabe que a paciência é necessária, se se quer alcançar alguma coisa. Quem anda atrás de resultados rápidos nunca aprende uma arte.
Contudo, para o homem moderno, a paciência é prática tão difícil quanto a disciplina e a concentração. Todo o nosso sistema industrial incentiva exatamente o oposto: a rapidez. Todas as nossas máquinas são planejadas para rapidez: o automóvel e o aeroplano levam-nos rapidamente a nosso destino — quanto mais depressa, melhor. A máquina que pode produzir a mesma quantidade na metade do tempo é duas vezes melhor que a mais antiga e mais vagarosa. Sem dúvida, há para isso importantes razões econômicas. Mas, como em muitos outros aspectos, os valores humanos tornaram-se determinados por valores econômicos. O que é bom para as máquinas deve ser bom para os homens — assim diz a lógica. O homem. moderno pensa que perde alguma coisa — o tempo — quando não faz as coisas rapidamente; todavia, ele não sabe o que fazer com o tempo que ganha — a não ser matá-lo.
Afinal, condição do aprendizado de qualquer arte é uma preocupação suprema com o domínio dela. Se a arte não for coisa de suprema importância, o aprendiz nunca a aprenderá. Ficará, no máximo, como um bom amador, mas nunca se tomará um mestre. Esta condição é tão necessária para a arte de amar como para qualquer outra arte. Parece, entretanto, que a proporção entre mestres e amadores pesa mais fortemente em favor dos amadores da arte de amar do que no caso das outras artes.
(Erich Fromm - "A Arte de Amar")

A prática de qualquer arte tem certos requisitos gerais, inteiramente independentes de lidarmos com arte da carpintaria, da medicina ou a arte de amar. Antes de tudo, a prática de uma arte exige disciplina. Nunca serei bom em coisa alguma, se não a fizer de modo disciplinado; tudo que eu só puder fazer quando “estiver disposto” pode ser uma diversão bonita ou aprazível, mas nunca me tornarei mestre nessa arte. O problema, porém, não é só o da disciplina na prática da arte particular (digamos, praticando-a certo número de horas todos os dias), mas é o da disciplina na vida inteira da pessoa. Pode-se pensar que nada é mais fácil, para o homem moderno, do que aprender disciplina. Não passa ele oito horas por dia, da maneira mais disciplinada, num trabalho que é estritamente rotinizado? O fato, entretanto, é que o homem moderno tem excessivamente pouca auto-disciplina fora da esfera do trabalho. Quando não trabalha, quer ficar ocioso, espreguiçar-se ou, para usar uma palavra mais bonita, “repousar”. Este próprio desejo de ociosidade é, em grande parte, uma reação contra a rotinização da vida. Precisamente por ser forçado, durante oito horas diárias, a gastar energia para fins que não são os seus próprios, de maneiras que não são as suas, mas lhe são prescritas pelo ritmo do trabalho, o homem se rebela e sua rebelião toma a forma de uma auto-complacência infantil. Em acréscimo, na batalha contra o autoritarismo, ele se tornou desconfiado de qualquer disciplina, da imposta pela autoridade irracional assim como da disciplina racional imposta por ele mesmo. Sem tal disciplina, contudo, a vida se toma estilhaçada, caótica e falha de concentração.
(Erich Fromm - "A Arte de Amar")  

 

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publicado às 16:40


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por Thynus, em 29.11.12
Muy nobre e invicta cidade do Porto

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

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publicado às 16:38


O PSICOPATA MORA AO LADO

por Thynus, em 29.11.12
O escorpião aproximou-se do sapo que estava à beira do rio. Como não sabia nadar, pediu uma carona para chegar à outra margem. Desconfiado, o sapo respondeu: "Ora, escorpião, só se eu fosse tolo demais! Você é traiçoeiro, vai me picar, soltar o seu veneno e eu vou morrer."
Mesmo assim o escorpião insistiu, com o argumento lógico de que se picasse o sapo ambos morreriam. C
om promessas de que poderia ficar tranquilo, o sapo cedeu, acomodou o escorpião em suas costas e começou a nadar.
Ao fim da travessia, o escorpião cravou o seu ferrão mortal no sapo e saltou ileso em terra firme.
Atingido pelo veneno e já começando a afundar, o sapo desesperado quis saber o porquê de tamanha crueldade. E o escorpião respondeu friamente:
- Porque essa é a minha natureza!

(...) A palavra psicopata literalmente significa doença da mente (do grego, psyche = mente; e pathos =doença). No entanto, em termos médico-psiquiátricos, a psicopatia não se encaixa na visão tradicional das doenças mentais. Esses indivíduos não são considerados loucos, nem apresentam qualquer tipo de desorientação. Também não sofrem de delírios ou alucinações (como a esquizofrenia) e tampouco apresentam intenso sofrimento mental (como a depressão ou o pânico, por exemplo).
Ao contrário disso, seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos.
Os psicopatas em geral são indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Em maior ou menor nível de gravidade e com formas diferentes de manifestarem os seus atos transgressores, os psicopatas são verdadeiros "predadores sociais", em cujas veias e artérias corre um sangue gélido.
Os psicopatas são indivíduos que podem ser encontrados em qualquer raça, cultura, sociedade, credo, sexualidade, ou nível financeiro. Estão infiltrados em todos os meios sociais e profissionais, camuflados de executivos bem-sucedidos, líderes religiosos, trabalhadores, "pais e mães de família", políticos etc. Certamente, cada um de nós conhece ou conheceu algumas dessas pessoas durante a sua existência. Muitos já foram manipulados por elas, alguns vivem forçosamente com elas e outros tentam reparar os danos materiais e psicológicos por elas causados.

(Ana Beatriz Barbosa Silva - "Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado")

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publicado às 16:36


A CONSCIÊNCIA GENUÍNA

por Thynus, em 29.11.12
No decorrer da nossa história, muitos estudos e teorias se formaram em torno da consciência e das inevitáveis polémicas sobre o "bem" e o "mal". Com o passar dos séculos, a consciência foi e ainda é alvo de discussões entre teólogos, filósofos, sociólogos e, mais recentemente, desafia e intriga cientistas e juristas.
De fato, conceituar ou definir consciência é algo extremam
ente complexo que pode gerar controvérsias por anos a fio. Isso porque ela está acima de teorias religiosas ou mesmo psicológicas e científicas.
A meu ver, ter consciência ou ser consciente trata-se de possuir o mais sofisticado e evoluído de todos os sentidos da vida humana: o "sexto sentido". Atrevo-me a afirmar que tal sentido foi o último a se desenvolver na história evolutiva da espécie humana.
Nossa humanidade, benevolência e condescendência devem ser atribuídas a esse nobre sentido. A consciência é criadora do significado de nossa existência e, de forma subjetiva, também é criadora do significado da vida de cada um de nós.
Ela influencia e determina o papel que cada um terá na sociedade e no universo.
Como disse anteriormente, a consciência é tão espetacular que só podemos senti-la, e talvez esteja aí toda a sua grandeza. Se existe alguma coisa de divino em nós, entendo que a nossa consciência seja essa expressão e, quem sabe, uma fração incalculável do tão falado e pouco praticado amor universal ou incondicional.
Na verdade, esse "sexto sentido" é essencialmente baseado na compaixão e na verdadeira prática do amor.
Uma vez que a consciência está profundamente alicerçada em nossa habilidade de amar, em criar vínculos afetivos e nos abastecer dos mais nobres sentimentos, ela nos faz subjetivamente únicos, porém integrados e sincrônicos com o TODO maior e transcendente (tenha ele o nome que tiver, nos diversos povos ao redor do mundo).
A consciência genuína nos impulsiona a ir ao encontro do outro, colocando-nos em seu lugar e entendendo a sua dor. Somos tomados por gestos simples como desejar "bom dia" àqueles que não conhecemos ou ligar para um amigo só para dizer: "Olá, como vai? Estou aqui para o que der e vier!"
Inundados de consciência, pedimos desculpas sinceras àqueles que magoamos ou ferimos num momento de equívoco. Agradecemos aos nossos pais pela oportunidade da vida e pelos ensinamentos de retidão. Vibramos e nos emocionamos frente à superação de um atleta, que derrama lágrimas ao subir no degrau mais alto do pódio.
Esse "sexto sentido" é que nos comove com as situações trágicas e também com a felicidade do encontro de irmãos separados desde a infância. Ele nos traz indignação frente ao preconceito, ao desrespeito às regras sociais, à intolerância ao próximo, à falta de educação, à corrupção e à impunidade.
A consciência nos inspira a zelar pelo nosso animal de estimação e a nos desesperar pelo seu desaparecimento. Inspira-nos a chorar copiosamente com o nascimento de um filho e acompanhá-lo rumo à descoberta do mundo ao seu redor. Permite-nos sentir a profundidade de uma bela melodia, apreciar a exuberância de uma flor e exclamar: "Nossa, que linda!"
A consciência gera movimentos de extrema grandeza pela paz e leva milhares de pessoas às ruas para protestar contra a violência; impulsiona o sacrifício voluntário e incondicional de pessoas que lutam em prol da humanidade. Ela alegra nossos corações com os primeiros raios de sol, anunciando que o dia será mais colorido, e também com a chuva que faz brotar a plantação, garantindo o nosso "pão de cada dia".
É a consciência que nos impele a doar órgãos em momentos de extrema dor e a torcer por um final feliz. Impulsiona indivíduos a salvar muitas vidas, mesmo sabendo que pode ser o seu próprio fim. Leva-nos às preces, às orações e às correntes do bem na esperança de dias melhores.
Movimenta-nos contra a seca, a fome, o desmatamento das florestas e a destruição da camada de ozônio, que colocam em risco o rumo do planeta e o futuro das novas gerações. Enfim, nos pequenos ou nos grandes gestos, a consciência genuína – e somente ela - é capaz de mudar o mundo para melhor.

OS PSICOPATAS: FRIOS E SEM CONSCIÊNCIA

Eles vivem entre nós, parecem fisicamente conosco, mas são desprovidos deste sentido tão especial: a consciência.
Muitos seres humanos são destituídos desse senso de responsabilidade ética, que deveria ser a base essencial de nossas relações emocionais com os outros. Sei que é difícil de acreditar, mas algumas pessoas nunca experimentaram ou jamais experimentarão a inquietude mental, ou o menor sentimento de culpa ou remorso por desapontar, magoar, enganar ou até mesmo tirar a vida de alguém.
Admitir que existem criaturas com essa natureza é quase uma rendição ao fato de que o "mal" habita entre nós, lado a lado, cara a cara. Para as pessoas que acreditam no amor e na compaixão como regras essenciais entre as relações humanas, aceitar essa possibilidade é, sem dúvida, bastante perturbador. No entanto, esses indivíduos verdadeiramente maléficos e ardilosos utilizam "disfarces" tão perfeitos que acreditamos piamente que são seres humanos como nós. Eles são verdadeiros atores da vida real, que mentem com a maior tranquilidade, como se estivessem contando a verdade mais cristalina. E, assim, conseguem deixar seus instintos maquiavélicos absolutamente imperceptíveis aos nossos olhos e sentidos, a ponto de não percebermos a diferença entre aqueles que têm consciência e aqueles que são desprovidos desse nobre atributo.
Por esse motivo, é natural que você esteja agora se perguntando, de forma íntima e angustiada, se as pessoas com as quais convive ou que fazem parte do seu mundo são dotadas de consciência ou não. Por isso, neste exato momento proponho um passeio virtual (mental). Pare e pense nos seus vizinhos; nos jovens nas escolas; nos trabalhadores da sua rua; nos profissionais de várias áreas; nos amigos dos seus amigos; nas mães que zelam pelos seus filhos; nos líderes religiosos e nos políticos de sua nação. Pare e pense agora nos seus familiares, no seu chefe, no seu subordinado. Será que todos, sem exceção, são dotados de consciência?
Torcemos para que SIM! Contudo, lamentavelmente, não é bem assim que a realidade se mostra. Poderíamos responder a essa mesma pergunta com um vigoroso NÃO! Qualquer uma das pessoas mencionadas como exemplo poderia, de fato, ser desprovida de quaisquer vestígios de consciência. Em outras palavras, elas estão absolutamente livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos e podem fazer o quiserem, de acordo com seus impulsos destrutivos.

(Ana Beatriz Barbosa Silva - "Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado")

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publicado às 16:33

A peruca é o símbolo bem escolhido do erudito puro enquanto tal. Ela orna sua cabeça com uma massa abundante de cabelos alheios, na falta dos próprios; do mesmo modo, a erudição consiste em equipar a mente com uma grande quantidade de pensamentos alheios que, todavia, não a vestem com a mesma perfeição e naturalidade, nem são tão úteis em todos os casos e adequados a todos os objetivos, tampouco se enraízam com firmeza e, quando consumidos, também não podem ser imediatamente substituídos por outros da mesma origem, como ocorre com os nascidos do próprio terreno.
Para aquele que estuda com o objetivo de alcançar a inteligência, os livros e os estudos são meros degraus da escada que ele sobe até o topo do conhecimento: tão logo um degrau o eleva em um passo, ele o deixa para trás. Em contrapartida, os muitos que estudam para preencher a memória não utilizam os degraus da escada para subir, mas os retiram e os carregam para levá-los consigo, alegres pelo peso crescente da carga. Permanecem eternamente em posição inferior, pois carregam o que deveria tê-los carregado.

(Arthur Schopenhauer - "A Arte de Insultar")

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publicado às 16:29

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